Clínica de Oftalmologista Salvador, Bahia

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Juracy Blos Pita
(71) 3322-7216
R Chile 5 - S/406-410 Recepção Loja 11 (Térreo)
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Barreto Torres
(71) 3521-0309
R José Baraúna 8 - Clínica Ame
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
José Carlos Petronilo Passos Souza
(71) 3353-4940
Rua Rio Grande do Sul 545
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Nélia Maria Cunha Ruas
713-3329
Av Anita Garibaldi 1815 - S/318 Bl B
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Auxiliadora S Haanwinckel
(71) 3350-6156
R Altino Serbeto de Barros 241 - S/506 I Memorial
Salvador, Bahia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Jurandir Lopes Carneiro
(75) 3262-3412
Conceicao Do Coite, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Áurea Sapucaia Câmera
713-3213
Av Sete de Setembro 71 - Ed Executivo S/613614 6º Andar
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Alice Bezerra de Andrade
(71) 3357-8739
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Vânia Goyanna Pinheiro Silva
(71) 3354-6587
Av Acm 429 - S/206207 Centro Emp Itaigara Sul
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Washington Luiz de S e Benevides
(71) 3353-1001
Av Acm 585 - Bloco B S/1406 C M Louis Pasteur
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
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Clínica de Oftalmologista

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Trabalho inédito realizado com pacientes idosos atendidos no ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp procurou determinar as causas de baixa visão na população acima de 60 anos e medir o grau de satisfação do serviço médico oferecido. Outro ponto importante analisado pela pesquisa conduzida pela professora Keila Miriam Monteiro de Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi avaliar se houve melhora da qualidade de vida desses idosos após a prescrição de auxílios ópticos e da reabilitação visual. O levantamento fundamentou a pesquisa de livre-docência de Keila.

De acordo com dados levantados no estudo, as principais causas de baixa visão em idosos são a degeneração da mácula, ou ponto central da visão, e a toxoplasmose, ainda comum em muitas regiões do Brasil. A catarata, o glaucoma, a retinopatia de prematuridade, o diabetes e algumas doenças neurológicas também estão relacionadas à baixa visão, porém com menor índice de incidência, pois são muitas vezes tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Os tipos mais comuns de degenerações maculares relacionadas à idade são a seca e a úmida. A seca é caracterizada pela perda lenta e progressiva da visão com o aparecimento de escotomas, que são áreas em que a pessoa não enxerga bem, no centro da visão. A úmida é caracterizada por hemorragia nos vasos sanguíneos do olho e deformidade da imagem.

"Nós consideramos baixa visão o estágio final do paciente, pois ele já tratou, já operou, já usa colírio, já fez todos os tratamentos possíveis e a visão não chega ao normal", comentou a pesquisadora.

O paciente idoso com baixa visão é aquele para quem os óculos convencionais ou as lentes de contato não corrigem totalmente a visão, necessitando de auxílios ópticos para ampliar e aproximar os objetos do seu campo de visão, como lupas, telescópios e óculos com graus especiais. Em muitos casos, o idoso também precisa de reabilitação para conseguir enxergar melhor.

Uma das queixas relatadas pelos idosos com baixa visão era a dificuldade de ler. A pesquisa constatou que a leitura era uma atividade importante para a independência do paciente. Ler uma bula de remédio, um rótulo ou o preço de um produto era muito importante para eles. No caso das mulheres, poder costurar, fazer tricô ou bordar eram atividades consideradas essenciais na rotina do dia-a-dia. A pesquisa descobriu um dado importante: muitos dos pacientes entrevistados não sabiam ler. E os que liam, o faziam pouco. "Minha pergunta era: quanto a prescrição de auxílios ópticos estaria trazendo de benefício a esses idosos e o que mais precisaríamos oferecer para que isso tivesse um efeito real nas suas vidas diárias? Nesse sentido, utilizei um questionário de qualidade de vida relacionado à baixa visão", explicou Keila.

Para poder obter as respostas a essas dúvidas, Keila selecionou 80 idosos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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