Clínica de Oftalmologista Salvador, Bahia

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Octavio Henrique Coelho Messeder
(71) 3203-3412
Av Princesa Isabel 914 - Sala 101
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jeconias Neiva Lemos
713-3584
Av Acm 2501 - Laboratório Sepac S/108110119120
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Monica Maya Fujimori
(71) 3203-2200
Av Anita Garibaldi 2171
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Ana Paula Rodrigues de Mattos Barreto
(71) 2203-8053
Hospital Santa Izabel Santa Casa de Misericórdia
Salvador, Bahia
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Paulo Mattos Sanjuan
(71) 3353-6222
Av Acm 585 - Centro Médico Louis Pasteur - S/103
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Jules Carlos Hubner
(71) 3357-8878
Av Dom João Vi 1291 - Hosp Evang da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Antonio Roberto Silva Dantas
(71) 3243-3516
Av Estados Unidos 528 - S/520
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Ademario Galvao Spinola
(71) 3276-8200
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Paulo Barreto Torres
(71) 3521-0309
R José Baraúna 8 - Clínica Ame
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Edmario Guimaraes Costa =Cnen Af=
(71) 2104-2020
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
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Clínica de Oftalmologista

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Trabalho inédito realizado com pacientes idosos atendidos no ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp procurou determinar as causas de baixa visão na população acima de 60 anos e medir o grau de satisfação do serviço médico oferecido. Outro ponto importante analisado pela pesquisa conduzida pela professora Keila Miriam Monteiro de Carvalho, chefe do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, foi avaliar se houve melhora da qualidade de vida desses idosos após a prescrição de auxílios ópticos e da reabilitação visual. O levantamento fundamentou a pesquisa de livre-docência de Keila.

De acordo com dados levantados no estudo, as principais causas de baixa visão em idosos são a degeneração da mácula, ou ponto central da visão, e a toxoplasmose, ainda comum em muitas regiões do Brasil. A catarata, o glaucoma, a retinopatia de prematuridade, o diabetes e algumas doenças neurológicas também estão relacionadas à baixa visão, porém com menor índice de incidência, pois são muitas vezes tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Os tipos mais comuns de degenerações maculares relacionadas à idade são a seca e a úmida. A seca é caracterizada pela perda lenta e progressiva da visão com o aparecimento de escotomas, que são áreas em que a pessoa não enxerga bem, no centro da visão. A úmida é caracterizada por hemorragia nos vasos sanguíneos do olho e deformidade da imagem.

"Nós consideramos baixa visão o estágio final do paciente, pois ele já tratou, já operou, já usa colírio, já fez todos os tratamentos possíveis e a visão não chega ao normal", comentou a pesquisadora.

O paciente idoso com baixa visão é aquele para quem os óculos convencionais ou as lentes de contato não corrigem totalmente a visão, necessitando de auxílios ópticos para ampliar e aproximar os objetos do seu campo de visão, como lupas, telescópios e óculos com graus especiais. Em muitos casos, o idoso também precisa de reabilitação para conseguir enxergar melhor.

Uma das queixas relatadas pelos idosos com baixa visão era a dificuldade de ler. A pesquisa constatou que a leitura era uma atividade importante para a independência do paciente. Ler uma bula de remédio, um rótulo ou o preço de um produto era muito importante para eles. No caso das mulheres, poder costurar, fazer tricô ou bordar eram atividades consideradas essenciais na rotina do dia-a-dia. A pesquisa descobriu um dado importante: muitos dos pacientes entrevistados não sabiam ler. E os que liam, o faziam pouco. "Minha pergunta era: quanto a prescrição de auxílios ópticos estaria trazendo de benefício a esses idosos e o que mais precisaríamos oferecer para que isso tivesse um efeito real nas suas vidas diárias? Nesse sentido, utilizei um questionário de qualidade de vida relacionado à baixa visão", explicou Keila.

Para poder obter as respostas a essas dúvidas, Keila selecionou 80 idosos...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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