Clínica de Patologia Bucal Belém, Pará

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Marcello Paschoal de Barros Antunes
(21) 2274-0397
Av Ataulfo Paiva 135 s 814
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Rodrigo Monteiro de Castro Moreira
(28) 3562-2855
Rua Maj Barbosa 29
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Danielle Oliveira Tozzi
(27) 3261-1105
Pc Antônio Jorge Assef 568 s 4
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jeferson E Carmo
(31) 3824-5645
Rua Jequitibá 617 s 201
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Edson de Oliveira Macedo
(22) 2762-9483
Av Rui Barbosa 698 s 808
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Valter Martoni Júnior
(43) 3525-6060
Av Getúlio Vargas 1106
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Décio S Andrade
(35) 3327-1121
Rua 8 Dezembro 190
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Scheunemann
(41) 3336-7878
Rua Cap Souza Franco 881 cj 126
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ricardo Nóbrega Leonel
(32) 3215-4105
Rua Halfeld 651 sl 1003
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Abdo Dib
(24) 3323-2925
Av Joaquim Leite 1
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Patologia Bucal

Fornecido por: 

Pesquisa coordenada pela bióloga Marta Cristina Teixeira Duarte, da Divisão de Microbiologia do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp, busca novos medicamentos a partir de plantas medicinais, para tratamento de infecções da boca. Intitulado "Efeito inibitório do óleo essencial e do extrato etanólico de plantas medicinais sobre linhagens de Candida albicans isoladas da cavidade oral de pacientes com doença periodontal", o trabalho, de acordo com Marta, tem o propósito de estudar a atividade antimicrobiana desses óleos essenciais e também dos extratos de plantas medicinais contra isolados clínicos da levedura C. albicans. "Paralelamente serão também investigados possíveis mecanismos de ação dos compostos sobre as células da levedura", afirma a pesquisadora.

Marta explica que leveduras do gênero Candida fazem parte da microrregião da cavidade bucal e são comumente considerados microrganismos inofensivos. Entretanto, sob circunstâncias especiais, podem agir como oportunistas produzindo infecções superficiais das mucosas, até infecções mais graves, ou participando também nas doenças periodontal e cárie.

A bióloga revela que estudos recentes indicam uma crescente resistência de isolados da levedura C. albicans da cavidade oral para a maioria dos antifúngicos conhecidos. Isso segundo ela, é conseqüência do emprego dessas drogas no tratamento de candidose oral, principalmente após o surgimento da Aids. A resistência de patógenos humanos a múltiplas drogas é bem conhecida atualmente, e mostra a necessidade da busca de substâncias antimicrobianas a partir de novas fontes, incluindo plantas utilizadas na medicina popular, por apresentarem grande variedade de compostos com propriedades terapêuticas.

Metodologia

Um total de 10 isolados clínicos da levedura C. albicans foram cedidas pelo professor José Francisco Höfling, do Departamento de Biologia Buco Dental, da área de Microbiologia e Imunologia da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp, e escolhidas aleatoriamente a partir de um total de 160 isolados. O isolamento foi feito a partir de amostras coletadas de bolsa periodontal de pacientes da Clínica de Graduação da FOP, sob autorização do Comitê de Ética em Pesquisa, como parte da dissertação de mestrado da aluna Vivian Furletti, co-orientada de Marta Duarte.

Para estudo da atividade antimicrobiana foram escolhidas 30 espécies de plantas medicinais e/ou aromáticas pertencentes à coleção de germoplasmas do CPQBA, sendo espécies adaptadas à nossa região, cujos gêneros apresentaram atividade anti-Candida em trabalhos recentes da literatura. Estão sendo testados óleos essenciais e extratos etanólicos das plantas, sendo determinada a concentração mínima inibitória (MIC) através de ensaios in vitro.

Até o momento foi possível selecionar o óleo essencial de pelo menos duas espécies potenciais pertencente...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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