Clínica de Pediatria Bayeux, Paraíba

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Ana Emilia Lins Silva de Medeiros
(83) 3244-4437
Av Epitacio Pessoa 1251 - Salas 301/302
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gloria Barros de Jesus Medeiros
832-1067
Av Presidente Epitacio Pessoan 114
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Heloisa Helena Ferreira Espinola Almeida
(83) 3222-6919
Av Joao Machado 849 - Sl 510Empresarial Monte Carlo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Analisis-Laboratorio Clinico e Infantil
(83) 241-5353
Av. Camilo Holanda 564
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Neide Maria Cantalice Agra
(83) 3332-7273
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Silveira da Cunha Araujo
(83) 221-1807
R. Borja Peregrino 186 - Sl 02 Terreo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Arabela Cunha Gomes da Silva
(83) 3244-8853
Av Juarez Tavora 522 - Sl. 504Edf. Maximum
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Maria Marluce de Melo Vasconcelos Castro
(83) 2107-4800
Av. Camilo de Holanda 214
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Arnaldo Tavares de Melo
(83) 226-3700
R. Manoel Cavalcante de Souzaê 138
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Heloisa Helena Ferreira Espinola Almeida
(83) 3222-6919
Av Joao Machado 849 - Sl 510Empresarial Monte Carlo
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Pediatria

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A adição de arroz fortificado com ferro à dieta infantil pode ser útil no controle da anemia quando o consumo do alimento é adequado. A sugestão é retirada de um estudo, feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz, que investigou o efeito dessa fortificação semanal sobre a freqüência de anemia e concentração de hemoglobina em 360 crianças de 1 a 5 nos matriculadas em creches públicas no Rio de Janeiro.

Para a análise foram selecionadas duas creches e, durante 16 semanas, uma recebeu arroz fortificado com ferro de quelato e a outra o mesmo alimento, mas com placebo. Segundo os estudiosos, várias pesquisas na última década mostraram sucesso no controle da anemia em pré-escolares, sendo o ferro de quelato um dos minerais mais empregados. No entanto, esse é o primeiro estudo que utiliza um grupo de controle para comparação.

A boa aceitação do alimento fortificado e a ausência de alterações sensoriais e de efeitos adversos são características que depõem a favor da utilização desse composto de ferro, observadas neste e outros estudos nacionais”, afirmam os pesquisadores. “Embora o sulfato ferroso tenha custo mais baixo, o ferro quelato apresenta biodisponibilidade cinco a sete vezes maior e, por isso, pode ser utilizado em quantidades e períodos de tempo menores, trazendo vantagem econômica mesmo que o preço por quilo desse composto seja superior ao outro.”

Os resultados apontaram que a prevalência de anemia reduziu em ambos os grupos verificados. No grupo que recebeu o ferro, a diminuição foi de 37,8% para 23,3% e no que não recebeu, de 45,4% para 33,3%. A concentração de hemoglobina no sangue aumentou em ambos os casos, sendo maior o aumento nas crianças que receberam quantidade total de ferro maior ou igual a 53 miligramas. 

Os pesquisadores ainda comentam que a redução da anemia no grupo de controle levanta alguns questionamentos. “A presença semanal do investigador para a aplicação do placebo é um fator que pode ter interferido, involuntariamente, na rotina da instituição e ter contribuído para a melhora observada no grupo de controle”, esclarecem os estudiosos. “Tanto profissionais que trabalhavam na creche (merendeiras, professoras) quanto os responsáveis podem ter alterado seu comportamento em relação à alimentação e saúde da criança, intensificando os cui...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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