Clínica de Pediatria Niterói, Rio de Janeiro

Encontre clínica de pediatria em Niterói. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Larissa Correa Prieto
Est. Francisco da Cruz Nunes 5803
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Herbert Praxedes-Hematologia Pat.Onc.e
(21) 610-7147
Rua Coronel Moreira Cesar 229
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
Rua Gavião Peixoto 148 - Sala 601
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fausto Jose Santos Soares
Rua Miguel de Frias 88 - 1204
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Regina Granato Laboratorio Ltda
(21) 2544-1547
R. Cel. Serrado 688
Sao Goncalo, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Clarisse de Oliveira Waldstein de Moura
(21) 2622-2563
R Mem de Sa 19 - Sl. 1005
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Leonardo Justin Carap
(21) 2719-9585
Rua Dr. Borman 23 - 1202
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Alexandre Mônaco
(21) 2719-7680
R Miguel de Frias 77 - Sl. 813 a 816
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Frederico Azevedo
(21) 2545-9005
Siqueira Campos 93 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Pediatria

Fornecido por: 

A adição de arroz fortificado com ferro à dieta infantil pode ser útil no controle da anemia quando o consumo do alimento é adequado. A sugestão é retirada de um estudo, feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e publicado na última edição da revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz, que investigou o efeito dessa fortificação semanal sobre a freqüência de anemia e concentração de hemoglobina em 360 crianças de 1 a 5 nos matriculadas em creches públicas no Rio de Janeiro.

Para a análise foram selecionadas duas creches e, durante 16 semanas, uma recebeu arroz fortificado com ferro de quelato e a outra o mesmo alimento, mas com placebo. Segundo os estudiosos, várias pesquisas na última década mostraram sucesso no controle da anemia em pré-escolares, sendo o ferro de quelato um dos minerais mais empregados. No entanto, esse é o primeiro estudo que utiliza um grupo de controle para comparação.

A boa aceitação do alimento fortificado e a ausência de alterações sensoriais e de efeitos adversos são características que depõem a favor da utilização desse composto de ferro, observadas neste e outros estudos nacionais”, afirmam os pesquisadores. “Embora o sulfato ferroso tenha custo mais baixo, o ferro quelato apresenta biodisponibilidade cinco a sete vezes maior e, por isso, pode ser utilizado em quantidades e períodos de tempo menores, trazendo vantagem econômica mesmo que o preço por quilo desse composto seja superior ao outro.”

Os resultados apontaram que a prevalência de anemia reduziu em ambos os grupos verificados. No grupo que recebeu o ferro, a diminuição foi de 37,8% para 23,3% e no que não recebeu, de 45,4% para 33,3%. A concentração de hemoglobina no sangue aumentou em ambos os casos, sendo maior o aumento nas crianças que receberam quantidade total de ferro maior ou igual a 53 miligramas. 

Os pesquisadores ainda comentam que a redução da anemia no grupo de controle levanta alguns questionamentos. “A presença semanal do investigador para a aplicação do placebo é um fator que pode ter interferido, involuntariamente, na rotina da instituição e ter contribuído para a melhora observada no grupo de controle”, esclarecem os estudiosos. “Tanto profissionais que trabalhavam na creche (merendeiras, professoras) quanto os responsáveis podem ter alterado seu comportamento em relação à alimentação e saúde da criança, intensificando os cui...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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