Clínica de Psicologia Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Encontre clínicas de psicologia em Angra dos Reis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Josenita de Souza Aguiar
(21) 2667-0251
av Amaral Peixoto,Gov, 271, An 7 Sl 706, Centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Isis Kronemberg Marinho
(24) 8116-4973
Rua do Imperador, 288, sala 510
Petropolis, Rio de Janeiro
 
Claufa Clínica de Assistência Médica e Psicopedagógica Ltda
(21) 2604-7041
r Salvatori, 421, Rocha
São Gonçalo, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Ana Helena Rissin
(21) 2239-2622
r Frederico Eyer, 179, Gávea
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Maria Angelica do Nascimento Rocha
(21) 2701-8215
r Olinto Guedes, 143, Coelho
São Gonçalo, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Consultorio de Psicanalise
(22) 9871-3872
Rua Raul Veiga 290 / 402
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Pass Psicólogos
(21) 2667-3565
r Dr Tibau, 80 s 808, Centro
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Marly Bento Ferreira e Silva
(21) 2673-1967
pça Roberto Silveira, 15 s Sl04, Centro
Duque de Caxias, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Psicólogo Bruno Fernandes Barcellos
(21) 9322-5829
Rua Coronel Moreira Cesar, 229. Sala 1018. Icaraí.
Niterói, Rio de Janeiro
 
Renê Siqueira
(22) 2723-0218
r Siqueira Campos, 35
Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Psicologia

Fornecido por: 

Transplante de fígado não acaba com depressão do paciente com doença hepática.

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comparou a qualidade de vida de pacientes com problemas hepáticos transplantados e de outros ainda na fila de espera pelo órgão. A pesquisa mostra que, enquanto a capacidade física dos que passaram pelo procedimento cirúrgico melhora, a condição psicossocial algumas vezes até se agrava após o transplante.

Uma constatação que indica a necessidade de garantir acompanhamento psicológico aos pacientes e seus familiares, antes e depois da cirurgia.

A psicóloga Rosana Trindade Santos Rodrigues, analisou 30 pacientes (15 transplantados e 15 na fila de espera) de ambos os sexos, com idades entre 15 e 63 anos, para observar o impacto do transplante de fígado sobre a qualidade de vida dessas pessoas, todos participantes do programa de transplantes da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

O estudo, apresentado como tese de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), confirmou melhora no estado físico, como o fim das dores freqüentes, das queixas de cansaço e dos sangramentos, aspectos comuns antes do transplante. Os pacientes deixam de apresentar problemas como impotência, perdem a chamada "barriga dágua" - causada pelo acúmulo de líquido abdominal - e não têm mais a coloração amarelada na pele, melhorando de forma significativa sua qualidade de vida.

Entretanto, apesar destes ganhos físicos, os transplantados não mostraram a mesma evolução no campo psicológico. Problemas como depressão e exclusão de atividades profissionais e sociais continuaram afetando a qualidade de vida dos pacientes. "Mesmo depois do transplante, é possível observar que só uma pequena porcentagem de pessoas volta ao mercado de trabalho e retoma os hábitos antigos da vida social", explica Rosana.

A psicóloga acredita que isto ocorra porque, ao fim do processo, estes pacientes sentem que não voltaram a ter uma vida normal e têm a sensação de que apenas "trocaram" de doença. "Depois da cirurgia, a pessoa deixa de ser hepatopata crônica para ser ransplantada e isto pode estar na raiz da depressão pós-cirurgia".

Em outras palavras, após o período de euforia por ter conseguido realizar a cirurgia, a necessidade de continuar tomando remédios (imunossupressores) e permanecer freqüentando hospitais pode contribuir para sentimentos de dependência e fragilidade, afetando seu estado psicológico.

Apoio antes e depois

No Brasil, a espera pelo transplante de fígado dura de dois a três anos. Neste tempo, os pacientes precisam freqüentar constantemente os hospitais para fazer exames e as desgastantes diálises. Segundo a autora da pesquisa, geralmente os pacientes se aposentam enquanto esperam o órgão, já que dificilmente conseguem estabelecer um vínculo profissional. "A necessidade quase que diária de visitar o hospital impede que o paciente consiga trabalhar", afirma.

A principal conclusão do trabalho é a n...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net