Clínica de Psicologia Brasília, DF

Encontre clínicas de psicologia em Brasília. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Biotipo Psicologia
(61) 3242-2314
SEPS 709/909, s/n bl F s 3, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Alencastro, Lúcia H D
(61) 3321-4580
Crs 503 Bl A, s/n en 49 an 2, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Arte Terapia Clínicas Exames-Detran-Telefax
(61) 3340-1472
Cln 215 Bl B, s/n s 210, Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Agitilá Instituto de Psicologia
(61) 8134-8277
Clsw 105 Bl C, s/n Sala 150, Setor Sudoeste
Brasília, DF

Dados Divulgados por
André Luiz Braga Queiroz -psicólogo
(61) 3041-0252
av Shin Ca1, Bloco A, Sala, 129
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Actual Clínica Médica e Psicologia
(61) 3223-2219
Scs Q 6 Bl A, s 514, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Ângela Lins Clínica Humanos Psicologia
(61) 3245-8214
SGAS 915, s/n lt 71 bl C s 104, Asa Sul
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Almeida, Rita C T H
(61) 3326-1858
Scn Q 2 Bl D, s/n s 509, Asa Norte
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Capse - Clínica Psico-Sócio-Educacional
(61) 3435-0763
av Jequitiba, Lt 685 S 140, Águas Claras
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Andre Luiz Braga Queiroz
(61) 3041-0252
Lg Shin Ca1 - Bloco a - Sala 129
Brasília, DF

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Psicologia

Fornecido por: 

Transplante de fígado não acaba com depressão do paciente com doença hepática.

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comparou a qualidade de vida de pacientes com problemas hepáticos transplantados e de outros ainda na fila de espera pelo órgão. A pesquisa mostra que, enquanto a capacidade física dos que passaram pelo procedimento cirúrgico melhora, a condição psicossocial algumas vezes até se agrava após o transplante.

Uma constatação que indica a necessidade de garantir acompanhamento psicológico aos pacientes e seus familiares, antes e depois da cirurgia.

A psicóloga Rosana Trindade Santos Rodrigues, analisou 30 pacientes (15 transplantados e 15 na fila de espera) de ambos os sexos, com idades entre 15 e 63 anos, para observar o impacto do transplante de fígado sobre a qualidade de vida dessas pessoas, todos participantes do programa de transplantes da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

O estudo, apresentado como tese de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), confirmou melhora no estado físico, como o fim das dores freqüentes, das queixas de cansaço e dos sangramentos, aspectos comuns antes do transplante. Os pacientes deixam de apresentar problemas como impotência, perdem a chamada "barriga dágua" - causada pelo acúmulo de líquido abdominal - e não têm mais a coloração amarelada na pele, melhorando de forma significativa sua qualidade de vida.

Entretanto, apesar destes ganhos físicos, os transplantados não mostraram a mesma evolução no campo psicológico. Problemas como depressão e exclusão de atividades profissionais e sociais continuaram afetando a qualidade de vida dos pacientes. "Mesmo depois do transplante, é possível observar que só uma pequena porcentagem de pessoas volta ao mercado de trabalho e retoma os hábitos antigos da vida social", explica Rosana.

A psicóloga acredita que isto ocorra porque, ao fim do processo, estes pacientes sentem que não voltaram a ter uma vida normal e têm a sensação de que apenas "trocaram" de doença. "Depois da cirurgia, a pessoa deixa de ser hepatopata crônica para ser ransplantada e isto pode estar na raiz da depressão pós-cirurgia".

Em outras palavras, após o período de euforia por ter conseguido realizar a cirurgia, a necessidade de continuar tomando remédios (imunossupressores) e permanecer freqüentando hospitais pode contribuir para sentimentos de dependência e fragilidade, afetando seu estado psicológico.

Apoio antes e depois

No Brasil, a espera pelo transplante de fígado dura de dois a três anos. Neste tempo, os pacientes precisam freqüentar constantemente os hospitais para fazer exames e as desgastantes diálises. Segundo a autora da pesquisa, geralmente os pacientes se aposentam enquanto esperam o órgão, já que dificilmente conseguem estabelecer um vínculo profissional. "A necessidade quase que diária de visitar o hospital impede que o paciente consiga trabalhar", afirma.

A principal conclusão do trabalho é a n...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net