Clínica de Psicologia Patos, Paraíba

Encontre clínicas de psicologia em Patos. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Eugenio Felipe Albuquerque Araújo
(83) 3341-6395
r José de Alencar 807 s 2, Prata
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Centro de Atendimento em Psicologia Hospitalar
(83) 3224-5967
av Pres Epitácio Pessoa, 2020, Centro
João Pessoa, Paraíba

Dados Divulgados por
Joelma Maria Queiroga Gomes
(83) 3341-3650
r José de Alencar, 807 S 206, Bela Vista
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Karina Simões C. Marques Pucci
(83) 3247-1622
Av. Rui Carneiro 895 Brisamar
Joao Pessoa, Paraíba
 
Clínica Interser Especializada no Ser Humano
(83) 3222-6620
av D Pedro II, 712, Centro
João Pessoa, Paraíba

Dados Divulgados por
Centro Psicologico de Desenvolvimento Humano Ltda
(83) 3342-3780
r Teixeira de Freitas, 307, Centenário
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Consultório PSICOLOGIA
(83) 8814-7954
Av. Expedicionários, 850 - Expedicionários
João Pessoa, Paraíba
 
CAMP-Centro de Atendimento Médico e Psicológico
(83) 3239-3209
r Manoel Rosa Silva, 33, Mangabeira
João Pessoa, Paraíba

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia
(83) 3342-3780
r Teixeira Freitas, 307, São José
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia
(83)88454777 99099503 96931312 33217860
Rua Vigolvino Wanderley, 194
Campina Grande, Paraíba
 
Dados Divulgados por

Clínica de Psicologia

Fornecido por: 

Transplante de fígado não acaba com depressão do paciente com doença hepática.

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comparou a qualidade de vida de pacientes com problemas hepáticos transplantados e de outros ainda na fila de espera pelo órgão. A pesquisa mostra que, enquanto a capacidade física dos que passaram pelo procedimento cirúrgico melhora, a condição psicossocial algumas vezes até se agrava após o transplante.

Uma constatação que indica a necessidade de garantir acompanhamento psicológico aos pacientes e seus familiares, antes e depois da cirurgia.

A psicóloga Rosana Trindade Santos Rodrigues, analisou 30 pacientes (15 transplantados e 15 na fila de espera) de ambos os sexos, com idades entre 15 e 63 anos, para observar o impacto do transplante de fígado sobre a qualidade de vida dessas pessoas, todos participantes do programa de transplantes da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

O estudo, apresentado como tese de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), confirmou melhora no estado físico, como o fim das dores freqüentes, das queixas de cansaço e dos sangramentos, aspectos comuns antes do transplante. Os pacientes deixam de apresentar problemas como impotência, perdem a chamada "barriga dágua" - causada pelo acúmulo de líquido abdominal - e não têm mais a coloração amarelada na pele, melhorando de forma significativa sua qualidade de vida.

Entretanto, apesar destes ganhos físicos, os transplantados não mostraram a mesma evolução no campo psicológico. Problemas como depressão e exclusão de atividades profissionais e sociais continuaram afetando a qualidade de vida dos pacientes. "Mesmo depois do transplante, é possível observar que só uma pequena porcentagem de pessoas volta ao mercado de trabalho e retoma os hábitos antigos da vida social", explica Rosana.

A psicóloga acredita que isto ocorra porque, ao fim do processo, estes pacientes sentem que não voltaram a ter uma vida normal e têm a sensação de que apenas "trocaram" de doença. "Depois da cirurgia, a pessoa deixa de ser hepatopata crônica para ser ransplantada e isto pode estar na raiz da depressão pós-cirurgia".

Em outras palavras, após o período de euforia por ter conseguido realizar a cirurgia, a necessidade de continuar tomando remédios (imunossupressores) e permanecer freqüentando hospitais pode contribuir para sentimentos de dependência e fragilidade, afetando seu estado psicológico.

Apoio antes e depois

No Brasil, a espera pelo transplante de fígado dura de dois a três anos. Neste tempo, os pacientes precisam freqüentar constantemente os hospitais para fazer exames e as desgastantes diálises. Segundo a autora da pesquisa, geralmente os pacientes se aposentam enquanto esperam o órgão, já que dificilmente conseguem estabelecer um vínculo profissional. "A necessidade quase que diária de visitar o hospital impede que o paciente consiga trabalhar", afirma.

A principal conclusão do trabalho é a n...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net