Clínica de Reabilitação Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica de Psicologia e Fonoaudiologia
(67) 3324-6026
av Mato Grosso, 358, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Ismape - Apoio Psicológico e Educacional
(67) 3382-6748
r Arthur Jorge, 1048 Sl 2
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Psicológico de Controle do Stress
(67) 3383-0199
av dos Estados, 112, Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia Mendes
(67) 9249-3434
r Eduardo Santos Pereira, 295, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
CIDAPP-Centro Integrado de Desenvolvimento e Pesquisa em Psicologia
(67) 3324-9599
r Sebastião Lima, 1143, Jardim Monte Líbano
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Arruda, Ângelo M V
(67) 3383-2307
r Eduardo Santos Pereira, 1659 s 5, Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia Andrea Lacet, Dra
(67) 3321-8077
r Rio Grande Sul, 1530, Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Andrade, Denisval P
(67) 3324-4920
r Antônio Corrêa, 319 lt 10, Jardim Monte Líbano
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Adauto Furlanetti
(67) 9264-4869
r Eduardo Santos Pereira, 295 1º Andar, Sala 2
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica de Psicologia Merege
(67) 3384-3907
r 25 de Dezembro, 476 s 4, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica de Reabilitação

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O Brasil mereceu destaque no relatório anual sobre consumo e produção de drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (19). Embora o país não apareça como produtor de drogas pesadas (cocaína ou heroína), acabou se tornando rota de passagem para traficantes rumo aos Estados Unidos e à Europa, e se transformou em grande consumidor.

Por fazer fronteira com quase todos os países sul-americanos, o país é mais vulnerável à ação de traficantes, que ingressam com maconha e cocaína pelas cidades do interior até os grandes centros urbanos. A ONU elogiou a legislação adotada no país a partir de 2006, que propõe penas mais brandas para os usuários, ao mesmo tempo em que endurece a ação contra traficantes.

Mas, o documento alerta o país para a necessidade de se criar infra-estrutura capaz de atender a viciados em drogas, para tratamento e reabilitação. Também enfatiza ser preciso haver políticas públicas de prevenção.

Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Jairo Werner, é exatamente esse o ponto a ser perseguido pelo governo brasileiro. Médico e especialista em saúde mental, ele trabalha diretamente com a questão do uso de drogas, principalmente por crianças e adolescentes.

"É preciso abrir centros de tratamento, inclusive formando consórcios entre municípios. Depois é preciso haver acompanhamento social do usuário e também de sua família", afirmou.

Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde só existem 60 vagas para atender pacientes nessa faixa etária. “Seriam preciso pelo menos 10 centros de tratamento na região metropolitana, com 20 leitos cada um”, calculou.

Werner disse estar especialmente alarmado com o aumento “exponencial” no uso de crack, droga feita a partir da cocaína, muito usada por pessoas de baixo poder aquisitivo. “De forma geral, 90% [dessas pessoas] vivem nas ruas, têm entre sete e 16 anos e estão fora da escola”. Os outros 10%, de acordo com ele, são jovens de classe média, que começam a usar o crack fumando junto com cigarros de maconha.

Segundo o médico, com um grama de cocaína é possível fazer pelo menos dez pedras de crack, o que torna o produto mais barato. “Os usuários ficam pedindo moedas até completar R$ 1 para comprar a pedra. Mas como o efeito passa logo, em seguida eles precisam consumir mais”, relatou.

Pelos dados que disp&oti...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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