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Clínica de Reabilitação Campo Largo, Paraná

Encontre clínica de reabilitação em Campo Largo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Cepef Centro de Psicoterapia Familiar S/c Ltda
(41) 3222-0755
r Araújo,Comend, 510, Cj 404, Centro
Curitiba, Paraná
Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Mônica Catucci Borghesi
43 30242739
Av. Bandeirantes 865 sl.102
Londrina, Paraná
Psicoser Clínica de Psicologia
(45) 3524-4070
av Sílvio Américo Sasdelli, 2551 s 2, Conjunto A
Foz do Iguaçu, Paraná
Consultório de Psicologia Sirlene Terezinha Castilho
(41) 3283-2708
r Alcídio Viana, 1247 sl 406 an 4, S Pedro
São José dos Pinhais, Paraná
Psicologa
41 84371277
Rua João Pessoa, 145
Araucária, Paraná
Amanapaz Psicologia Integrada S/s Ltda
(41) 3018-2877
r Atílio Bório, 456, Cristo Rei
Curitiba, Paraná
ATIVA RH ASSESSORIA
45-30257103
RUA BENJAMIN CONSTANT 314 SALA 304
FOZ DO IGUAÇU, Paraná
Consultório de Psicologia Rosimar Maria Noceti Silvestria
(42) 3222-0222
r Theodoro Rosas, 461, Centro
Ponta Grossa, Paraná
Centro Integrado Psicologia Análise do Comportamento
(45) 3523-7694
r Belarmino Mendonça, 691, Centro
Foz do Iguaçu, Paraná
Clínica de Psicologia Psicoclinica
(45) 3326-4471
r Fortaleza, 1851, Centro
Cascavel, Paraná
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Clínica de Reabilitação

O Brasil mereceu destaque no relatório anual sobre consumo e produção de drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (19). Embora o país não apareça como produtor de drogas pesadas (cocaína ou heroína), acabou se tornando rota de passagem para traficantes rumo aos Estados Unidos e à Europa, e se transformou em grande consumidor.

Por fazer fronteira com quase todos os países sul-americanos, o país é mais vulnerável à ação de traficantes, que ingressam com maconha e cocaína pelas cidades do interior até os grandes centros urbanos. A ONU elogiou a legislação adotada no país a partir de 2006, que propõe penas mais brandas para os usuários, ao mesmo tempo em que endurece a ação contra traficantes.

Mas, o documento alerta o país para a necessidade de se criar infra-estrutura capaz de atender a viciados em drogas, para tratamento e reabilitação. Também enfatiza ser preciso haver políticas públicas de prevenção.

Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Jairo Werner, é exatamente esse o ponto a ser perseguido pelo governo brasileiro. Médico e especialista em saúde mental, ele trabalha diretamente com a questão do uso de drogas, principalmente por crianças e adolescentes.

"É preciso abrir centros de tratamento, inclusive formando consórcios entre municípios. Depois é preciso haver acompanhamento social do usuário e também de sua família", afirmou.

Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde só existem 60 vagas para atender pacientes nessa faixa etária. “Seriam preciso pelo menos 10 centros de tratamento na região metropolitana, com 20 leitos cada um”, calculou.

Werner disse estar especialmente alarmado com o aumento “exponencial” no uso de crack, droga feita a partir da cocaína, muito usada por pessoas de baixo poder aquisitivo. “De forma geral, 90% [dessas pessoas] vivem nas ruas, têm entre sete e 16 anos e estão fora da escola”. Os outros 10%, de acordo com ele, são jovens de classe média, que começam a usar o crack fumando junto com cigarros de maconha.

Segundo o médico, com um grama de cocaína é possível fazer pelo menos dez pedras de crack, o que torna o produto mais barato. “Os usuários ficam pedindo moedas até completar R$ 1 para comprar a pedra. Mas como o efeito passa logo, em seguida eles precisam consumir mais”, relatou.

Pelos dados que disp&oti...

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