Clínica de Reabilitação Lages, Santa Catarina

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Clínica de Psicologia Joinville
(47) 3433-1030
r 15 de Novembro, 1156, América
Joinville, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Consultório de Psicologia
(48) 9992-4269
Rua Germano Magrin, 100, sala 509
Criciúma, Santa Catarina
 
consultorio de psicologia
(47) 3263-2013
rua 1500 nº 280 s/loja quase avda. brasil
balneario camboriu, Santa Catarina
 
Núcleo Ampliar
(48) 4141-0504
Avenida Desembargador Vitor Lima, 260, Sala 101, Ed.Madison Center, Trindad
Florianópolis, Santa Catarina
 
Leandro Benedet Psicólogo
(48) 3024-7070
Rua Lauro Linhares, 2055. Ed. Max & Flora, torre Max, sala 402. Trindade
Florianópolis, Santa Catarina
 
July Gomes - psicoterapia e neurofeedback
(48) 9117-8803
R: Cônego Bernardo, 101, sl.104
Florianópolis, Santa Catarina
 
Profilo D Azione Assessoria Empresarial Ltda
(48) 3028-3949
av Mauro Ramos, 1450, Sl 602, Centro
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Clínica Espaço Psicologia e Fonoaudiologia Ltda
(48) 3224-2748
r Ferreira Lima, 52, Centro
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Psicóloga Daniela Justino de Castro
(48) 3224-5417
R. Jerônimo Coelho, 383 - sala 305 - Centro
Florianópolis, Santa Catarina
 
Hipnose Condicionativa Florianópolis
(48) 8466-9092
Av Bento Gonçalves, 183
Florianópolis, Santa Catarina
 
Dados Divulgados por

Clínica de Reabilitação

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O Brasil mereceu destaque no relatório anual sobre consumo e produção de drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (19). Embora o país não apareça como produtor de drogas pesadas (cocaína ou heroína), acabou se tornando rota de passagem para traficantes rumo aos Estados Unidos e à Europa, e se transformou em grande consumidor.

Por fazer fronteira com quase todos os países sul-americanos, o país é mais vulnerável à ação de traficantes, que ingressam com maconha e cocaína pelas cidades do interior até os grandes centros urbanos. A ONU elogiou a legislação adotada no país a partir de 2006, que propõe penas mais brandas para os usuários, ao mesmo tempo em que endurece a ação contra traficantes.

Mas, o documento alerta o país para a necessidade de se criar infra-estrutura capaz de atender a viciados em drogas, para tratamento e reabilitação. Também enfatiza ser preciso haver políticas públicas de prevenção.

Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Jairo Werner, é exatamente esse o ponto a ser perseguido pelo governo brasileiro. Médico e especialista em saúde mental, ele trabalha diretamente com a questão do uso de drogas, principalmente por crianças e adolescentes.

"É preciso abrir centros de tratamento, inclusive formando consórcios entre municípios. Depois é preciso haver acompanhamento social do usuário e também de sua família", afirmou.

Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde só existem 60 vagas para atender pacientes nessa faixa etária. “Seriam preciso pelo menos 10 centros de tratamento na região metropolitana, com 20 leitos cada um”, calculou.

Werner disse estar especialmente alarmado com o aumento “exponencial” no uso de crack, droga feita a partir da cocaína, muito usada por pessoas de baixo poder aquisitivo. “De forma geral, 90% [dessas pessoas] vivem nas ruas, têm entre sete e 16 anos e estão fora da escola”. Os outros 10%, de acordo com ele, são jovens de classe média, que começam a usar o crack fumando junto com cigarros de maconha.

Segundo o médico, com um grama de cocaína é possível fazer pelo menos dez pedras de crack, o que torna o produto mais barato. “Os usuários ficam pedindo moedas até completar R$ 1 para comprar a pedra. Mas como o efeito passa logo, em seguida eles precisam consumir mais”, relatou.

Pelos dados que disp&oti...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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