Clínica de Reabilitação Patos de Minas, Minas Gerais

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Maria Geralda Meirelles Araújo
(31) 3391-7739
av João César Oliveira, 1298 s 301, Eldorado
Contagem, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Marcos Guimarães de Medeiros
(31) 3355-1385
av João César Oliveira, 1298 sl 402, Eldorado
Contagem, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Equoterapia Ceev
(33) 8809-4453
Av. Luiz Boali, 2401
Teófilo Otoni, Minas Gerais
 
Clinica de Psicologia Lagmar Ltda
(32) 3215-1004
r Halfeld, 828, Sl 1007, Centro
Juiz de Fora, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Centro Psicológico Ser ltda
(34) 3262-4706
Av: Minas Gerais nº 1349
Ituiutaba, Minas Gerais
 
Integrar-se Consultorios Ltda
(31) 3563-5811
r França, 484, Glória
Contagem, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Fernando Sales
(34) 3214-2906
r Benjamim Constant, 448, Aparecida
Uberlândia, Minas Gerais

Dados Divulgados por
Karolynne Márcia Gonçalves Siqueira
(34) 9927-5073
Rua José de Santana, 454, sala 307
Patos de Minas, Minas Gerais
 
Partnerh Consultoria Organizacional S/c Ltda
(31) 3491-1506
r Rovigo, 261, Bandeirantes
Belo Horizonte, Minas Gerais

Dados Divulgados por
PW Consultório de Odontologia e Psicologia Ltda
(31) 3484-6248
av Cristiano Machado, 1630, Sl 901, Cid Nova
Belo Horizonte, Minas Gerais

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Clínica de Reabilitação

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O Brasil mereceu destaque no relatório anual sobre consumo e produção de drogas da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje (19). Embora o país não apareça como produtor de drogas pesadas (cocaína ou heroína), acabou se tornando rota de passagem para traficantes rumo aos Estados Unidos e à Europa, e se transformou em grande consumidor.

Por fazer fronteira com quase todos os países sul-americanos, o país é mais vulnerável à ação de traficantes, que ingressam com maconha e cocaína pelas cidades do interior até os grandes centros urbanos. A ONU elogiou a legislação adotada no país a partir de 2006, que propõe penas mais brandas para os usuários, ao mesmo tempo em que endurece a ação contra traficantes.

Mas, o documento alerta o país para a necessidade de se criar infra-estrutura capaz de atender a viciados em drogas, para tratamento e reabilitação. Também enfatiza ser preciso haver políticas públicas de prevenção.

Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Jairo Werner, é exatamente esse o ponto a ser perseguido pelo governo brasileiro. Médico e especialista em saúde mental, ele trabalha diretamente com a questão do uso de drogas, principalmente por crianças e adolescentes.

"É preciso abrir centros de tratamento, inclusive formando consórcios entre municípios. Depois é preciso haver acompanhamento social do usuário e também de sua família", afirmou.

Ele citou o caso do Rio de Janeiro, onde só existem 60 vagas para atender pacientes nessa faixa etária. “Seriam preciso pelo menos 10 centros de tratamento na região metropolitana, com 20 leitos cada um”, calculou.

Werner disse estar especialmente alarmado com o aumento “exponencial” no uso de crack, droga feita a partir da cocaína, muito usada por pessoas de baixo poder aquisitivo. “De forma geral, 90% [dessas pessoas] vivem nas ruas, têm entre sete e 16 anos e estão fora da escola”. Os outros 10%, de acordo com ele, são jovens de classe média, que começam a usar o crack fumando junto com cigarros de maconha.

Segundo o médico, com um grama de cocaína é possível fazer pelo menos dez pedras de crack, o que torna o produto mais barato. “Os usuários ficam pedindo moedas até completar R$ 1 para comprar a pedra. Mas como o efeito passa logo, em seguida eles precisam consumir mais”, relatou.

Pelos dados que disp&oti...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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