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Clínica de Sexologia Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Encontre clínica de sexologia em Rio de Janeiro. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Cristiane Xavier
(021) 3553-6440
Av. das Américas 3200 - Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Antonio Monteiro de Miranda
242-3147
Av. Nelson Cardoso 1149 - 712
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Osteodens Investigacao Doencas Osseas
Avenida Ataulfo de Paiva 355 - Sala 202
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Clínica de Sexologia

Pesquisa inédita desenvolvida no Departamento de Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp avaliou os benefícios da atividade física regular na disfunção erétil. O estudo, que foi tema da tese de doutorado do farmacêutico Mário Ângelo Claudino, foi orientado pelo professor Edson Antunes, ex-coordenador da subcomissão de Pós-Graduação em Farmacologia da FCM. A pesquisa teve também a colaboração da professora Angelina Zanesco, do Departamento de Educação Física da Unesp (Rio Claro).

Estudos epidemiológicos têm comprovado que a atividade física aeróbia diária previne e combate a hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol, fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Entretanto, a maioria dos estudos tem priorizado os efeitos do exercício físico nessas patologias, dando pouca atenção à disfunção erétil. De acordo com Claudino, há na literatura internacional uma correlação negativa dessas doenças com a função erétil. Sabe-se que pacientes com pressão alta, colesterol e diabetes têm deficiência de óxido nítrico (NO) e uma predisposição maior para ter disfunção erétil.

Diz um ditado popular que o exercício melhora tudo. A função erétil é proveniente, também, de uma melhora cardiovascular, pois leva ao relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso e favorece a ereção peniana. O mecanismo que desencadeava isso nunca havia sido estudado. Resolvemos então analisar a correlação entre a atividade física e a disfunção erétil”, explicou Claudino.

A pesquisa começou em 2003 como um projeto piloto em ratos sadios dentro do Departamento de Farmacologia. Posteriormente, a investigação avançou para o estudo do treinamento físico sobre a disfunção erétil em animais submetidos a desordens como pressão alta e diabetes, que inibem a síntese do óxido nítrico.

A professora Angelina Zanesco, do Departamento de Educação Física da Unesp de Rio Claro, definiu os parâmetros para a intensidade e freqüência dos exercícios físicos. Os animais passaram por um período de adaptação até o início do programa de treinamento. Eles foram submetidos por oito semanas a sessões diárias de corrida em esteira. Após esse período, os pesquisadores passaram a avaliar o relaxamento do corpo cavernoso in vit...

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