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Clínica de Sexologia
Estudos epidemiológicos têm comprovado que a atividade física aeróbia diária previne e combate a hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol, fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Entretanto, a maioria dos estudos tem priorizado os efeitos do exercício físico nessas patologias, dando pouca atenção à disfunção erétil. De acordo com Claudino, há na literatura internacional uma correlação negativa dessas doenças com a função erétil. Sabe-se que pacientes com pressão alta, colesterol e diabetes têm deficiência de óxido nítrico (NO) e uma predisposição maior para ter disfunção erétil.
“Diz um ditado popular que o exercício melhora tudo. A função erétil é proveniente, também, de uma melhora cardiovascular, pois leva ao relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso e favorece a ereção peniana. O mecanismo que desencadeava isso nunca havia sido estudado. Resolvemos então analisar a correlação entre a atividade física e a disfunção erétil”, explicou Claudino.
A pesquisa começou em 2003 como um projeto piloto em ratos sadios dentro do Departamento de Farmacologia. Posteriormente, a investigação avançou para o estudo do treinamento físico sobre a disfunção erétil em animais submetidos a desordens como pressão alta e diabetes, que inibem a síntese do óxido nítrico.
A professora Angelina Zanesco, do Departamento de Educação Física da Unesp de Rio Claro, definiu os parâmetros para a intensidade e freqüência dos exercícios físicos. Os animais passaram por um período de adaptação até o início do programa de treinamento. Eles foram submetidos por oito semanas a sessões diárias de corrida em esteira. Após esse período, os pesquisadores passaram a avaliar o relaxamento do corpo cavernoso in vit...
