Clínica de Urologia Feminina Aracaju, Sergipe

Encontre clínica de urologia feminina em Aracaju. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Augusto Soares Barreto Filho
(79) 3213-7555
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sala 202
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Gilcelio Gonçalves de Almeida
(79) 3214-2626
Av Goncalo Prado Rolembergº 211 - Sala 905
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Edla do Amaral Costa Cruz
(79) 3216-1408
Rua Frei Paulo 331 - Cl.Santa Helena
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Almiro Alves de Oliva Sobrinho
(79) 3214-0819
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Jose Machado
(79) 3214-0680
Rua Monsenhor Silveira 342
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Menilson Menezes
(79) 3216-1480
Rua Frei Paulo 331
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Carlos Henrique da Paixao Morais
(79) 2107-6464
Av Goncalo Rolemberg Leite 1490 - 4º Andar
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Leila Nacer de Oliveira
(79) 3211-2165
R Silveiramonsenhor 412
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Vania Maria Menezes de Andrade Franca
(79) 3213-7590
Rua Vila Cristina 288 - Gma
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Analises Laboratorio Clinico Ltda
(79) 3241-4097
Rua Bahia 1134
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
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Clínica de Urologia Feminina

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Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Disciplina de Urologia da Unifesp apontam que as pessoas que sofrem de incontinência apresentam índices mais altos de estresse, ansiedade e depressão, se comparados às pessoas que realizam diálise. Os dados são divulgados exatamente na semana em que se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária (14 de março).

A incontinência urinária pode afetar pessoas de ambos os sexos e em diversas faixas etárias. Estima-se que entre 15% e 30% da população acima de 60 anos apresente algum grau de perda involuntária de urina, sendo que, nas mulheres, a ocorrência é duas vezes maior. O fato de ser fonte de sério constrangimento social, faz com que muitas pessoas sofram caladas, por desconhecerem os tratamentos existentes ou porque preferem não buscar ajuda.

Dados de uma pesquisa realizada na Unifesp com 120 pacientes (60 portadores de incontinência, 60 em diálise e 60 sem patologias) – e que será tema de mestrado da psicóloga Claudia Leonardi – mostram que o estresse esteve presente em 78% dos indivíduos que sofriam de incontinência, contra 42% daqueles que estavam em diálise. Entre as pessoas que não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, esse índice foi bem inferior e não atingiu 24%.

Quando a pesquisadora avaliou os escores de ansiedade e depressão, os índices também foram alarmantes: 68% entre os portadores de incontinência, contra 50% entre os indivíduos em diálise e 25% entre os considerados saudáveis. “Uma vez que a doença é crônica, acreditamos que os pacientes em diálise apresentam melhor entendimento e aceitação da sua condição”, explica o urologista Fernando Almeida, chefe do Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais e coordenador da pesquisa. “Quem sofre de incontinência se considera uma pessoa saudável, mas com uma condição socialmente debilitante”.

O urologista explica que várias podem ser as causas da perda involuntária da urina. Entre ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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