Clínica de Urologia Feminina Boa Vista, Roraima

Encontre clínica de urologia feminina em Boa Vista. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Paulo Emilio Mello Oliveira
(95) 224-3271
av Getulio Vargas, 923, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
DR Aurino José da Silva
(95) 224-4748
av Bejamin Constant, 636, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Rocha DR
(95) 624-1129
av Ville Roy, 122, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Iate Clube Boa Vista
(95) 623-4309
r Deuzita Mutran Paracat, 100
Boa Vista, Roraima
 
Dra Zara Fátima Botelho de Oliveira
(95) 224-7999
r Araújo Fl, 659, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais PM
(95) 623-2364
av Capitão ENE Garcez, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais 6 Bec
(95) 623-8996
av Cap e Arcez SN
Boa Vista, Roraima
 
Fernando José Martins Ferreira
(95) 224-1433
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Centro Psicoterapico Lotti Iris
(95) 224-0104
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Luiz Renerys Lima Pinheiro
(95) 224-8437
tv Expedicionarios, 79, Centro
Boa Vista, Roraima
 

Clínica de Urologia Feminina

Fornecido por: 

Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Disciplina de Urologia da Unifesp apontam que as pessoas que sofrem de incontinência apresentam índices mais altos de estresse, ansiedade e depressão, se comparados às pessoas que realizam diálise. Os dados são divulgados exatamente na semana em que se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária (14 de março).

A incontinência urinária pode afetar pessoas de ambos os sexos e em diversas faixas etárias. Estima-se que entre 15% e 30% da população acima de 60 anos apresente algum grau de perda involuntária de urina, sendo que, nas mulheres, a ocorrência é duas vezes maior. O fato de ser fonte de sério constrangimento social, faz com que muitas pessoas sofram caladas, por desconhecerem os tratamentos existentes ou porque preferem não buscar ajuda.

Dados de uma pesquisa realizada na Unifesp com 120 pacientes (60 portadores de incontinência, 60 em diálise e 60 sem patologias) – e que será tema de mestrado da psicóloga Claudia Leonardi – mostram que o estresse esteve presente em 78% dos indivíduos que sofriam de incontinência, contra 42% daqueles que estavam em diálise. Entre as pessoas que não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, esse índice foi bem inferior e não atingiu 24%.

Quando a pesquisadora avaliou os escores de ansiedade e depressão, os índices também foram alarmantes: 68% entre os portadores de incontinência, contra 50% entre os indivíduos em diálise e 25% entre os considerados saudáveis. “Uma vez que a doença é crônica, acreditamos que os pacientes em diálise apresentam melhor entendimento e aceitação da sua condição”, explica o urologista Fernando Almeida, chefe do Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais e coordenador da pesquisa. “Quem sofre de incontinência se considera uma pessoa saudável, mas com uma condição socialmente debilitante”.

O urologista explica que várias podem ser as causas da perda involuntária da urina. Entre ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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