Clínica de Urologia Feminina Fortaleza, Ceará

Encontre clínica de urologia feminina em Fortaleza. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Madison Gomes Montalverne
3226-1177
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ivan Nobre Rabelo
Av Oliveira Paiva. 1976
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Regia Maria do S V do Patrocínio
(34) 8661-6161
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Gonçalves Moreira Filho
3494-7266
R Coronel Amancio Cavalcante 4
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Julio Marcus Sousa Correia
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Luciana Gomes da R Arruda
3272-6414
Av Pontes Vieira 2591
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Vera Maria Sampaio Monteiro
3486-6166
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Leides P Albuquerque
3279-5028
R Alice 425
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Estefania Mota Araripe Pereira
3223-8823
R Gilberto Camara 835
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Francisco Joao da Silva
3486-6067
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
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Clínica de Urologia Feminina

Fornecido por: 

Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Disciplina de Urologia da Unifesp apontam que as pessoas que sofrem de incontinência apresentam índices mais altos de estresse, ansiedade e depressão, se comparados às pessoas que realizam diálise. Os dados são divulgados exatamente na semana em que se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária (14 de março).

A incontinência urinária pode afetar pessoas de ambos os sexos e em diversas faixas etárias. Estima-se que entre 15% e 30% da população acima de 60 anos apresente algum grau de perda involuntária de urina, sendo que, nas mulheres, a ocorrência é duas vezes maior. O fato de ser fonte de sério constrangimento social, faz com que muitas pessoas sofram caladas, por desconhecerem os tratamentos existentes ou porque preferem não buscar ajuda.

Dados de uma pesquisa realizada na Unifesp com 120 pacientes (60 portadores de incontinência, 60 em diálise e 60 sem patologias) – e que será tema de mestrado da psicóloga Claudia Leonardi – mostram que o estresse esteve presente em 78% dos indivíduos que sofriam de incontinência, contra 42% daqueles que estavam em diálise. Entre as pessoas que não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, esse índice foi bem inferior e não atingiu 24%.

Quando a pesquisadora avaliou os escores de ansiedade e depressão, os índices também foram alarmantes: 68% entre os portadores de incontinência, contra 50% entre os indivíduos em diálise e 25% entre os considerados saudáveis. “Uma vez que a doença é crônica, acreditamos que os pacientes em diálise apresentam melhor entendimento e aceitação da sua condição”, explica o urologista Fernando Almeida, chefe do Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais e coordenador da pesquisa. “Quem sofre de incontinência se considera uma pessoa saudável, mas com uma condição socialmente debilitante”.

O urologista explica que várias podem ser as causas da perda involuntária da urina. Entre ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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