Clínica de Urologia Feminina Luziânia, Goiás

Encontre clínica de urologia feminina em Luziânia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Eusa Maria de Paula Carneiro
(62) 3521-2400
Av Araguaia 78 - Lab Saluti
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Wagna Cristini Rocha
(62) 3281-5413
R 48 - 634 Clin Med Carilli
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Andre Luis Marques Palmeira Modesto
(62) 9161-9290
Rua Mossoró Quadra 03 5
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Tiago Finotti
(62) 3223-1991
Rua 18 Q 31 36 - Lt 14
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lucinete Faria Duarte
(62) 3281-0202
R 123 - 232 Instituto Master
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Nelcivone Soares de Melo
(62) 3219-9000
R 5 - 99 Hosp Santa Helena
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Siderley de Souza Carneiro
(62) 3237-1700
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alvaro Vitor Teixeira
(62) 3281-8336
Av 9 - 304 Clin San Vitor
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Rosa Christina a Figueiredo
(62) 3541-6022
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
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Clínica de Urologia Feminina

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Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Disciplina de Urologia da Unifesp apontam que as pessoas que sofrem de incontinência apresentam índices mais altos de estresse, ansiedade e depressão, se comparados às pessoas que realizam diálise. Os dados são divulgados exatamente na semana em que se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária (14 de março).

A incontinência urinária pode afetar pessoas de ambos os sexos e em diversas faixas etárias. Estima-se que entre 15% e 30% da população acima de 60 anos apresente algum grau de perda involuntária de urina, sendo que, nas mulheres, a ocorrência é duas vezes maior. O fato de ser fonte de sério constrangimento social, faz com que muitas pessoas sofram caladas, por desconhecerem os tratamentos existentes ou porque preferem não buscar ajuda.

Dados de uma pesquisa realizada na Unifesp com 120 pacientes (60 portadores de incontinência, 60 em diálise e 60 sem patologias) – e que será tema de mestrado da psicóloga Claudia Leonardi – mostram que o estresse esteve presente em 78% dos indivíduos que sofriam de incontinência, contra 42% daqueles que estavam em diálise. Entre as pessoas que não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, esse índice foi bem inferior e não atingiu 24%.

Quando a pesquisadora avaliou os escores de ansiedade e depressão, os índices também foram alarmantes: 68% entre os portadores de incontinência, contra 50% entre os indivíduos em diálise e 25% entre os considerados saudáveis. “Uma vez que a doença é crônica, acreditamos que os pacientes em diálise apresentam melhor entendimento e aceitação da sua condição”, explica o urologista Fernando Almeida, chefe do Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais e coordenador da pesquisa. “Quem sofre de incontinência se considera uma pessoa saudável, mas com uma condição socialmente debilitante”.

O urologista explica que várias podem ser as causas da perda involuntária da urina. Entre ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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