Clínica de Urologia Feminina Ubá, Minas Gerais

Encontre clínica de urologia feminina em Ubá. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Rodrigo Assis de Paula
3236-1100
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Anatomia Patologica e Citologia Ltda
(31) 3482-8005
R. Gustavo Pena 44 - 7º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Angela Maria Goncalves Felga
323-2123
Av Rio Branco 1863 - 511
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Denise Delon dos Santos
(32) 3216-3028
Av Rio Branco 2288 - 703
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Nieta Cervilha
(34) 3236-8407
R. Ituiutaba 770 - 201
Uberlandia, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Augusta Gomes Pereira
(31) 3221-5200
Av. do Contorno 4852 - Sala 408
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Raul Fernando Binato Lamim
(32) 3214-2567
Av Rio Branco 2370 - 608
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Antonio Fernandes de Oliveira
323-2125
Rua Delfim Moreira 71 - Sobrado
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Agostinho Pinto Gouvea
3213-4754
R dos Otoni 705 - Sala 505
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Urologia Feminina

Fornecido por: 

Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais da Disciplina de Urologia da Unifesp apontam que as pessoas que sofrem de incontinência apresentam índices mais altos de estresse, ansiedade e depressão, se comparados às pessoas que realizam diálise. Os dados são divulgados exatamente na semana em que se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária (14 de março).

A incontinência urinária pode afetar pessoas de ambos os sexos e em diversas faixas etárias. Estima-se que entre 15% e 30% da população acima de 60 anos apresente algum grau de perda involuntária de urina, sendo que, nas mulheres, a ocorrência é duas vezes maior. O fato de ser fonte de sério constrangimento social, faz com que muitas pessoas sofram caladas, por desconhecerem os tratamentos existentes ou porque preferem não buscar ajuda.

Dados de uma pesquisa realizada na Unifesp com 120 pacientes (60 portadores de incontinência, 60 em diálise e 60 sem patologias) – e que será tema de mestrado da psicóloga Claudia Leonardi – mostram que o estresse esteve presente em 78% dos indivíduos que sofriam de incontinência, contra 42% daqueles que estavam em diálise. Entre as pessoas que não apresentavam nenhum tipo de problema de saúde, esse índice foi bem inferior e não atingiu 24%.

Quando a pesquisadora avaliou os escores de ansiedade e depressão, os índices também foram alarmantes: 68% entre os portadores de incontinência, contra 50% entre os indivíduos em diálise e 25% entre os considerados saudáveis. “Uma vez que a doença é crônica, acreditamos que os pacientes em diálise apresentam melhor entendimento e aceitação da sua condição”, explica o urologista Fernando Almeida, chefe do Setor de Urologia Feminina e Disfunções Miccionais e coordenador da pesquisa. “Quem sofre de incontinência se considera uma pessoa saudável, mas com uma condição socialmente debilitante”.

O urologista explica que várias podem ser as causas da perda involuntária da urina. Entre ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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