Clínica de fonoaudiologia Angra dos Reis, Rio de Janeiro

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Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Euzelia Mamede Silveira
(21) 2549-8282
Avenida Nossa Senhora de Copacabana 427 - Sala 1205
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
Rua Oscar Clark 151 - L 4
Araruama, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Clara Rey
(21) 9239-8112
Am. Tamandaré 33 - 503
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
José Delzuith Maranhâo Filho
(21) 2268-4496
Rua Dona Delfina 12 - Casa 5
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Fabio Basilio Fernandes dos Santos
(21) 3501-3242
Rua Barçao de Itapagipe 169
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Sonia Cristina Moreira Borges
(21) 2610-0674
Rua Gavião Peixoto 148 - Sala 601
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Flavio Rotman
2547-4075
R. Siqueira Campos 43 - 713
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
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Clínica de fonoaudiologia

Fornecido por: 

A fonoaudióloga Maria Teresa Teani de Freitas, em estudo desenvolvido no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), contrapõe o olhar de profissionais da saúde que atestam a gagueira infantil como um distúrbio de fluência com causa genética e hereditária. “São estudos que descrevem as perturbações da fala como algo controlável e que o paciente tem consciência de quando será acometido pela gagueira. Não reconhecem os elementos subjetivos envolvidos na questão”, explica a fonoaudióloga. Segundo ela, outros trabalhos tratam ainda das dificuldades do gago apenas como um problema na emissão dos fonemas oclusivos, quando a pesquisa de Maria Teresa comprova, justamente, que existe bloqueio em todos os sons emitidos.

Para o estudo, a fonoaudióloga colheu dados de vários anos de experiência profissional no tratamento da gagueira e, a partir de referencial teórico de interacionismo em aquisição de linguagem, analisou falas de crianças e adultos para compor a dissertação de mestrado orientada pela professora Maria Fausta Cajahyba Pereira de Castro, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Aquisição de Linguagem do IEL.

Em geral, explica Maria Teresa, fonoaudiólogos e pediatras acreditam que entre dois e quatro anos de idade a gagueira ou disfluência infantil deve ser encarada como “algo natural” e, com a maturidade e avanço da idade, a dificuldade tende a desaparecer. No entanto, em sua dissertação, Maria Teresa alerta para a necessidade de se considerar no processo de aquisição da fala e linguagem o que chamou de um corpo psiquicamente constituído.

“A linguagem não é uma habilidade e nem o corpo do falante é apenas um organismo que, com treinos e muitas situações de fala, passaria a funcionar à perfeição. É certo que a gagueira surge na infância e pode ou não evoluir; por isso, o diagnóstico precoce, o envolvimento familiar na terapêutica e os cuidados nas vivências da criança são importantes para um bom resultado”, declara.

A pesquisadora lembra os fatores sociais da questão, pois os pacientes são frequentemente associados a figuras engraçadas e, muitas vezes, enroladas e atrapalhadas. São vistos de maneira pejorativa. No entanto, trata-se de um grande sofrimento, pois tem a ver com a identificação do sujeito. Neste sentido, determinadas terapêuticas tendem a piorar o quadro ao invés de melhorá-lo com a utilização de certos recursos que escondem o problema ou são encarados como bengalas.

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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