Clínica de fonoaudiologia Salvador, Bahia

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Benedito Soares Metzker
713-2377
R Clemente Ferreira 9 - Andromed
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Charles Fonseca
(71) 3359-8345
Av Acm 2501 - Ed Profissional Center S/1121
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Alice Barbedo Vigas
(71) 3357-8800
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Grimaldo dos Santos
(71) 3321-3855
Av Sete de Setembro 88 - Ed.B.R.Branco S/315
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria de Fátima Martins Fortuna
(71) 3357-8800
Av Dom João Vi 1291 - Hospital Evangélico da Bahia
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Mari Celeste F Moraes
(71) 3351-9861
Av. Acm ED. LOUIS PASTEUR SL 108 - Complexo Odonto Médico Itaigara
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Isaac Bezerra de Menezes Neto
(71) 3311-7733
Av. Prof. Magalhães Neto 1752 - Salas 605 a 611
Salvador, Bahia
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Jeconias Neiva Lemos
713-3584
Av Acm 2501 - Laboratório Sepac S/108110119120
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Denise Sales Moreira Negreiros
(71) 3358-0444
Av a C M - Centro Empresarial Itaigara S/302
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Carolina Esteves Barbosa
(71) 3203-5555
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
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Clínica de fonoaudiologia

Fornecido por: 

A fonoaudióloga Maria Teresa Teani de Freitas, em estudo desenvolvido no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), contrapõe o olhar de profissionais da saúde que atestam a gagueira infantil como um distúrbio de fluência com causa genética e hereditária. “São estudos que descrevem as perturbações da fala como algo controlável e que o paciente tem consciência de quando será acometido pela gagueira. Não reconhecem os elementos subjetivos envolvidos na questão”, explica a fonoaudióloga. Segundo ela, outros trabalhos tratam ainda das dificuldades do gago apenas como um problema na emissão dos fonemas oclusivos, quando a pesquisa de Maria Teresa comprova, justamente, que existe bloqueio em todos os sons emitidos.

Para o estudo, a fonoaudióloga colheu dados de vários anos de experiência profissional no tratamento da gagueira e, a partir de referencial teórico de interacionismo em aquisição de linguagem, analisou falas de crianças e adultos para compor a dissertação de mestrado orientada pela professora Maria Fausta Cajahyba Pereira de Castro, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Aquisição de Linguagem do IEL.

Em geral, explica Maria Teresa, fonoaudiólogos e pediatras acreditam que entre dois e quatro anos de idade a gagueira ou disfluência infantil deve ser encarada como “algo natural” e, com a maturidade e avanço da idade, a dificuldade tende a desaparecer. No entanto, em sua dissertação, Maria Teresa alerta para a necessidade de se considerar no processo de aquisição da fala e linguagem o que chamou de um corpo psiquicamente constituído.

“A linguagem não é uma habilidade e nem o corpo do falante é apenas um organismo que, com treinos e muitas situações de fala, passaria a funcionar à perfeição. É certo que a gagueira surge na infância e pode ou não evoluir; por isso, o diagnóstico precoce, o envolvimento familiar na terapêutica e os cuidados nas vivências da criança são importantes para um bom resultado”, declara.

A pesquisadora lembra os fatores sociais da questão, pois os pacientes são frequentemente associados a figuras engraçadas e, muitas vezes, enroladas e atrapalhadas. São vistos de maneira pejorativa. No entanto, trata-se de um grande sofrimento, pois tem a ver com a identificação do sujeito. Neste sentido, determinadas terapêuticas tendem a piorar o quadro ao invés de melhorá-lo com a utilização de certos recursos que escondem o problema ou são encarados como bengalas.

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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