Clínica de fonoaudiologia Volta Redonda, Rio de Janeiro

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Patrícia Ferreira Dalboni
(24) 3348-8888
Rua Quarenta 20 (sala 508)
Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Regina Granato Laboratorio Ltda
(21) 2544-1547
R. Cel. Serrado 688
Sao Goncalo, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Anna Beatriz Chagas Bernardes
(21) 8121-9999
Rua Visconde de Pirajá 303 unidade 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Francisco Eduardo Sampaio Fagundes
(21) 2286-4242
Rua General Polidoro 192
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luiz Francisco Souza da Fontoura
33258428
Av das Américas 4790 cj. 519 Barra da Tijuca Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Gloria Regina Dacheux Mazzaroppi
255-6863
R. Alm. Tamandare 66 - 624
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
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Clínica de fonoaudiologia

Fornecido por: 

A fonoaudióloga Maria Teresa Teani de Freitas, em estudo desenvolvido no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), contrapõe o olhar de profissionais da saúde que atestam a gagueira infantil como um distúrbio de fluência com causa genética e hereditária. “São estudos que descrevem as perturbações da fala como algo controlável e que o paciente tem consciência de quando será acometido pela gagueira. Não reconhecem os elementos subjetivos envolvidos na questão”, explica a fonoaudióloga. Segundo ela, outros trabalhos tratam ainda das dificuldades do gago apenas como um problema na emissão dos fonemas oclusivos, quando a pesquisa de Maria Teresa comprova, justamente, que existe bloqueio em todos os sons emitidos.

Para o estudo, a fonoaudióloga colheu dados de vários anos de experiência profissional no tratamento da gagueira e, a partir de referencial teórico de interacionismo em aquisição de linguagem, analisou falas de crianças e adultos para compor a dissertação de mestrado orientada pela professora Maria Fausta Cajahyba Pereira de Castro, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Aquisição de Linguagem do IEL.

Em geral, explica Maria Teresa, fonoaudiólogos e pediatras acreditam que entre dois e quatro anos de idade a gagueira ou disfluência infantil deve ser encarada como “algo natural” e, com a maturidade e avanço da idade, a dificuldade tende a desaparecer. No entanto, em sua dissertação, Maria Teresa alerta para a necessidade de se considerar no processo de aquisição da fala e linguagem o que chamou de um corpo psiquicamente constituído.

“A linguagem não é uma habilidade e nem o corpo do falante é apenas um organismo que, com treinos e muitas situações de fala, passaria a funcionar à perfeição. É certo que a gagueira surge na infância e pode ou não evoluir; por isso, o diagnóstico precoce, o envolvimento familiar na terapêutica e os cuidados nas vivências da criança são importantes para um bom resultado”, declara.

A pesquisadora lembra os fatores sociais da questão, pois os pacientes são frequentemente associados a figuras engraçadas e, muitas vezes, enroladas e atrapalhadas. São vistos de maneira pejorativa. No entanto, trata-se de um grande sofrimento, pois tem a ver com a identificação do sujeito. Neste sentido, determinadas terapêuticas tendem a piorar o quadro ao invés de melhorá-lo com a utilização de certos recursos que escondem o problema ou são encarados como bengalas.

Outro asp...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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