Clínica do Câncer Araguaína, Tocantins

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Hospital São Lucas
(63) 8111-6676
r Treze de Maio, 802
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Fraturas
(63) 3421-2538
r Caracas Q 23, 500 lt 1
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Carina Amaral Salerno
(63) 3435-1171
r José de Brito Soares, 631, Sl 1, St Anhangüera
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
V. C. B. Tavares - Me
(63) 4140-5090
av Tocantins, 1030, Qd 90 C Lt 1, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital Dom Oriente
(63) 3411-8787
av Con João Lima Q XX, 1622
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
HDT
(63) 3411-60
av José Brito Soares, 1015
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Referencia
(63) 3421-3909
r Treze de Maio, 2083
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Centro Medico Popular Ltda
(63) 3415-2064
r Sadoc Correia, 561, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital e Maternidade
(63) 3411-8787
r D Orione, 100
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Clinica Medica do Transito Ltda
(63) 3413-4688
r Ademar Vicente Ferreira, 1865, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
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Clínica do Câncer

Fornecido por: 

Uma nova vacina contra o câncer de cólon e de reto, criada a partir da engenharia genética, tem-se revelado promissora nos primeiros testes clínicos com humanos, revelaram na segunda-feira pesquisadores norte-americanos durante o trigésimo sétimo congresso anual da American Society of Clinical Oncology , Asco, em San Francisco.  

O estudo, realizado por uma equipe chefiada pelo dr. Lawrence Fong, da Universidade de Stanford, abrangeu 12 pacientes com câncer de cólon ou reto em fase terminal.

Para criar a vacina, os pesquisadores injetaram nos pacientes a substância FLT-3, que multiplica o número de células dendríticas produzidas normalmente pelo organismo.

As células dendríticas, que são muito raras, têm a função essencial de indicar às células do sistema imunológico quais alvos devem atacar.

Em seguida, os pesquisadores retiraram algumas células dendríticas dos pacientes para modificá-las injetando a proteína CEA, encontrada em altos níveis nas células cancerosas.

Os pesquisadores também modificaram ligeiramente a proteína CEA para que fosse mais facilmente identificada pelas células do sistema imunológico.

Como resultado, essas células dendríticas "carregadas" de CEA modificada provocaram uma forte resposta imunológica contra a CEA contida nas células cancerosas.

Dos 12 pacientes testados, quatro mostraram claros sinas de progressos clínicos e em dois o tumor desapareceu...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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