Clínica do Câncer Belém, Pará

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Manoel de Almeida Moreira
(91) 223-0692
Rua Antonio Barreto 380
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fernando Antonio Martins
(91) 3236-4186
Av. Duque de Caxias 1540
Belem, Pará
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Mario Fernando Ribeiro de Miranda
(91) 241-1048
Av Alm Wandenkolk 1243 - Sala 704
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Anatomo Patologistas Associados S/A
R Ferreira Cantao 454 - S/2
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Cárdio Ritmo
(91) 3225-1300
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Belém, Pará

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Mesquita Jorge Joao
Trav.Ove de Janeiro 2110 - Sala 1601Ed. Wall Street
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

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Diana Ecila Tavares Acatauassu Teixeira
913-2424
Tv Quatorze de Marco 1299
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Priscilla Leite Dias
(91) 3222-6145
R Ferreira Cantao 454 - Sala 01
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Cárdio Diagnóstico
(91) 3242-7077
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Belém, Pará

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Clínica Intercol
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Belém, Pará

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Clínica do Câncer

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Uma nova vacina contra o câncer de cólon e de reto, criada a partir da engenharia genética, tem-se revelado promissora nos primeiros testes clínicos com humanos, revelaram na segunda-feira pesquisadores norte-americanos durante o trigésimo sétimo congresso anual da American Society of Clinical Oncology , Asco, em San Francisco.  

O estudo, realizado por uma equipe chefiada pelo dr. Lawrence Fong, da Universidade de Stanford, abrangeu 12 pacientes com câncer de cólon ou reto em fase terminal.

Para criar a vacina, os pesquisadores injetaram nos pacientes a substância FLT-3, que multiplica o número de células dendríticas produzidas normalmente pelo organismo.

As células dendríticas, que são muito raras, têm a função essencial de indicar às células do sistema imunológico quais alvos devem atacar.

Em seguida, os pesquisadores retiraram algumas células dendríticas dos pacientes para modificá-las injetando a proteína CEA, encontrada em altos níveis nas células cancerosas.

Os pesquisadores também modificaram ligeiramente a proteína CEA para que fosse mais facilmente identificada pelas células do sistema imunológico.

Como resultado, essas células dendríticas "carregadas" de CEA modificada provocaram uma forte resposta imunológica contra a CEA contida nas células cancerosas.

Dos 12 pacientes testados, quatro mostraram claros sinas de progressos clínicos e em dois o tumor desapareceu...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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