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Traumas Franco da Rocha, São Paulo

Saiba quais são os as patologias que podem estar associadas à osteoporose secundária. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais descrevem a classificação das desordens clínicas. Entenda porque elas aumentam os riscos de fraturas. Consulte a lista de especialistas da área, em Franco da Rocha.

Sodre Sodre
(14) 3522-2633
Rua Pedro de Toledo 613
Lins, São Paulo
Ana Claudia Montezino
(11) 3285-2685
R. Carlos Sampaio 304 cj.112
São Paulo, São Paulo
Claudio Pericles
+55 11 26453092
Av. Eng. Luiz Carlos Berrini 1297/ 61
São Paulo, São Paulo
Arturo Frick Carpes
11 55731970
Alameda dos Nhambiquaras 159.
São Paulo, São Paulo
Mauro Fisberg
(11) 5575-3875
Rua Borges Lagoa 1080 - 603
São Paulo, São Paulo
Delboni Auriemo
(11) 3049-6999
Juruá 434
Barueri, São Paulo
Masayuki Nakagawa Junior
(11) 3078-0716
Rua Tabapuã 821 - Cj 66
São Paulo, São Paulo
Aldemir Natucci Rizzo
(11) 3266-5819
Avenida Paulista 575 - Conjunto 507
São Paulo, São Paulo
Wu Chi Haur
(11) 3209-0112
Praça Santo Agostinho 70 - Conjunto 11
São Paulo, São Paulo
Vanderley Alfredo Madeira da Fonseca
(11) 5542-9244
Jacucaim 104
São Paulo, São Paulo
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Traumas

Osteoporose - Quais distúrbios podem estar associados à osteoporose?

A chamada osteoporose secundária é aquela associada a outras patologias, com um aumento do risco de fraturas. Estas patologias ou desordens clínicas podem ser classificados em várias categorias:

doenças genéticas (Diabete Melito);

estado hipogonadal;

doenças endócrinas (hiperparatireoidismo, Síndrome de Cushing);

doenças hematológicas (mieloma múltiplo);

doenças do tecido conjuntivo (artrite reumatóide, osteogênese imperfeita, homocistinúria);

doenças gastrointestinais; Saúde em Movimento.com.br

outras doenças sistêmicas crônicas comuns, tais como falência cardíaca congestiva, estágio final de doença renal e alcoolismo.

A distribuição da maioria das causas aparentes difere nos grupos demográficos. Entre homens, 30 a 60% dos casos de osteoporose estão associados a causas secundárias, mais comumente ao hipogonadismo, uso de glicocorticóides e álcool. Em mulheres na peri-menopausa, mais de 50% dos casos estão associados a causas secundárias e, as mais comuns são hipoestrogenismo (produção insuficiente de estrógeno que ocasiona diminuição da libido e cefaléia), hipertireoidismo (atividade excessiva dos hormônios tireoidianos), terapia com anticonvulsivantes e glicocorticóides. Em mulheres na pós-menopausa, a prevalência de causas secundárias é bem menor. Mulheres brancas osteoporóticas na pós-menopausa, que não tinham histórico familiar da doença, apresentaram como causas da perda óssea: hipercalciúria, hiperparatireoidismo e má absorção de cálcio (www.osteo.org).

Estudos têm revelado que indivíduos com diabete melito juvenil ou adulto (na fase inicial) têm um decréscimo de massa óssea. Nesses casos, fraturas de quadril são mais insidiosas e podem complicar ainda mais o próprio diabetes (Harrison, 1995; Moreira Jr, 1999). Estudos têm demonstrado que o diabetes, por si só, não atua como fator determinante da osteoporose e sim a dieta que os pacientes diabéticos adotam no decorrer de sua vida, sendo esta a causa do desgaste ósseo. Por isso, o tratamento do diabetes deve ser acompanhado de uma rigorosa orientação da dieta, que não pode desencadear osteoporose (Moreira Jr, 1999).

Hipogonadismo

O hipogonadismo é uma situação patológica em que os hormônios sexuais encontram-se em níveis bem inferiores aos normais. Atinge tanto os homens quanto as mulheres. Nas adolescentes e jovens, o estado hipogonadal é caracterizado por atraso na menarca (início da função menstrual na puberdade), oligomenorréia (fluxo menstrual reduzido) ou amenorréia (ausência de períodos menstruais) relativamente comuns. Em situações como treinamento físico excessivo, estresse emocional e baixo peso corporal também são verificados esses sintomas. Indivíduos pertencentes a esses grupos podem apresentar baixos níveis e perda de massa óssea, além de uma taxa de fraturas aumentada. A perda de ma...

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