Consultório de Audiologia Barra Mansa, Rio de Janeiro

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Patrícia Ferreira Dalboni
(24) 3348-8888
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Volta Redonda, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Alvaro Henrique Braga
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R. Br. de S. Francisco 373 - 301
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Dados Divulgados por
Fernando Mauro Junqueira Bastos
(21) 2256-3618
Rua Tonelero 59 - 101
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Heleine Laudelina de Almeida
24871615
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

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Bronstein Med Diag Botafogo
(21) 2227-8080
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Duque de Caxias, Rio de Janeiro
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Dailton Medeiros
(21) 2527-5500
R. Voluntarios da Patria 190 - 513
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia

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Fausto Jose Santos Soares
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Especialidade
Patologia

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Eduardo de Almeida Mattos
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Especialidade
Medicina do Trabalho

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Denise Menezes Seroa da Motta
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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Consultório de Audiologia

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Os fumantes, em comparação aos que nunca fumaram, apresentam mais risco de contrair infecções respiratórias; cânceres; doenças circulatórias, como arteriosclerose, aneurismas da aorta e acidentes vasculares cerebrais; além de distúrbios em vários órgãos, entre eles, o ouvido. É o que comprova uma pesquisa apresentada como dissertação de mestrado na Unifesp, na qual foram avaliados 144 indivíduos – 72 fumantes e 72 não fumantes –, de ambos os sexos e com idades que variaram entre 20 e 31 anos.

No estudo, foram considerados fumantes os indivíduos que fumavam mais de cinco cigarros por dia e por um período superior a um ano. A pesquisadora encontrou em 40,3% dos fumantes avaliados queixas de zumbido na audição. O índice é quatro vezes maior quando comparado ao resultado de indivíduos que não fumavam, de 11,1%.

Exames de audiometria também detectaram prejuízos na audição de fumantes. De acordo com a fonoaudióloga Carolina Pamplona Paschoal, autora da pesquisa, em 13,9% dos usuários de tabaco foi detectada disfunção coclear, ou seja, ausência de sons gerados dentro da cóclea – tanto espontaneamente ou como resposta a uma estimulação acústica –, mesmo quando os indivíduos apresentavam limiares auditivos dentro dos padrões de normalidade. “É a cóclea, um pequeno órgão do ouvido humano, que amplifica o som, quando necessário, e converte as vibrações acústicas em sinais elétricos que o cérebro lê e interpreta como sons”, explica a pesquisadora. Em não fumantes, o índice de disfunção coclear foi de 2,8%.

Carolina explica que a análise dos dados estatísticos mostrou que há uma forte relação entre dose e tempo de tabagismo com alterações auditivas. “Isso significa que os indivíduos que fumavam mais e por mais tempo apresentavam mais alterações do que aqueles que fumavam menos e por menos tempo”. Segundo ela, vários estudos responsabilizam o tabagismo pelo déficit de oxigenação no sangue, obstruções vasculares e alteração na viscosidade sanguínea, problemas que podem acarretar um efeito tóxico sobre os órgãos ou nervos responsáveis pela audição ou pelo equilíbrio.

Os fumantes avaliados na pesquisa apresentaram rebaixamento dos limiares auditivos (intensidade mínima para que um estímulo produza uma resposta) nas altas freqüências (acima de 8000 Hertz), caracterizadas pelos sons ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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