Consultório de Audiologia Muriaé, Minas Gerais

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Pedro Cavalcante Falcão Júnior
(32) 3729-7028
Av. Cristiano F. Varella 555
Muriaé, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Moises Salgado Pedrosa
324-1685
R Padre Rolim 515 - 6 And Sl 604 608
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Andrea Juca Nunes Rocha
323-2159
Rua Santo Antonio 1500 - 801
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Agostinho Pinto Gouvea
3213-4754
R dos Otoni 705 - Sala 505
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Sergio de Azevedo Naves
(33) 3277-7185
Barao do Rio Branco 681 - 2º Andar
Governador Valadares, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

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(31) 3274-4409
Rua Doutor Jarbas Vidal Gomes 30 - Sala 301
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Anatomia Patologica e Citologia Ltda
(31) 3482-8005
R. Gustavo Pena 44 - 7º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Venerando Fernando Scoralick
(32) 3215-6369
Av Rio Branco 2679 - 210
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Emilio Augusto Campos Pereira de Assis
(32) 3215-8006
Vicente Begheli 315
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

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Rodrigo Martins Sales
(31) 3449-7011
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Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Medicina Intensiva

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Consultório de Audiologia

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Os fumantes, em comparação aos que nunca fumaram, apresentam mais risco de contrair infecções respiratórias; cânceres; doenças circulatórias, como arteriosclerose, aneurismas da aorta e acidentes vasculares cerebrais; além de distúrbios em vários órgãos, entre eles, o ouvido. É o que comprova uma pesquisa apresentada como dissertação de mestrado na Unifesp, na qual foram avaliados 144 indivíduos – 72 fumantes e 72 não fumantes –, de ambos os sexos e com idades que variaram entre 20 e 31 anos.

No estudo, foram considerados fumantes os indivíduos que fumavam mais de cinco cigarros por dia e por um período superior a um ano. A pesquisadora encontrou em 40,3% dos fumantes avaliados queixas de zumbido na audição. O índice é quatro vezes maior quando comparado ao resultado de indivíduos que não fumavam, de 11,1%.

Exames de audiometria também detectaram prejuízos na audição de fumantes. De acordo com a fonoaudióloga Carolina Pamplona Paschoal, autora da pesquisa, em 13,9% dos usuários de tabaco foi detectada disfunção coclear, ou seja, ausência de sons gerados dentro da cóclea – tanto espontaneamente ou como resposta a uma estimulação acústica –, mesmo quando os indivíduos apresentavam limiares auditivos dentro dos padrões de normalidade. “É a cóclea, um pequeno órgão do ouvido humano, que amplifica o som, quando necessário, e converte as vibrações acústicas em sinais elétricos que o cérebro lê e interpreta como sons”, explica a pesquisadora. Em não fumantes, o índice de disfunção coclear foi de 2,8%.

Carolina explica que a análise dos dados estatísticos mostrou que há uma forte relação entre dose e tempo de tabagismo com alterações auditivas. “Isso significa que os indivíduos que fumavam mais e por mais tempo apresentavam mais alterações do que aqueles que fumavam menos e por menos tempo”. Segundo ela, vários estudos responsabilizam o tabagismo pelo déficit de oxigenação no sangue, obstruções vasculares e alteração na viscosidade sanguínea, problemas que podem acarretar um efeito tóxico sobre os órgãos ou nervos responsáveis pela audição ou pelo equilíbrio.

Os fumantes avaliados na pesquisa apresentaram rebaixamento dos limiares auditivos (intensidade mínima para que um estímulo produza uma resposta) nas altas freqüências (acima de 8000 Hertz), caracterizadas pelos sons ...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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