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Consultório de Odontologia Itaguaí, Rio de Janeiro

Encontre consultório odontológico em Itaguaí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Francisco Goulart de Bem
(48) 222-1432
Rua Nereu Ramos 119
Itaguai, Rio de Janeiro
Darcy M O Piva
(64) 3495-1304
Rua S Francisco 106
Itaguai, Rio de Janeiro
Deise C M Nascimento
(41) 3323-1146
Av Mal Floriano Peixoto 228 cj 1001
Itaguai, Rio de Janeiro
Antônio Quito da Fonseca Soares
(31) 3274-7978
Av Amazonas 115 sl 1321
Itaguai, Rio de Janeiro
Egnaldo C Silva Jr
(21) 2557-5113
Lgo Machado 29 s 1011
Itaguai, Rio de Janeiro
Maracaju 383
(67) 3325-4392
Rua 15 Novembro 331
Itaguai, Rio de Janeiro
Camilo B Souza
(74) 3546-1029
Pc Matriz 82
Itaguai, Rio de Janeiro
Wallace S Souza
(31) 3464-5097
Rua Pe Eustáquio 2636 s 8
Itaguai, Rio de Janeiro
Cláudia Mara Santos Silveira
(37) 3242-3253
Rua Melo Viana 113
Itaguai, Rio de Janeiro
Fernanda Baldissera
(51) 3335-2894
Rua Quintino Bocaiúva 694 sl 309
Itaguai, Rio de Janeiro
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Consultório de Odontologia

Uma única aplicação de laser de CO2 pode prevenir o que os dentistas chamam de erosão dentária, ou seja, quando ocorre a perda da estrutura do dente por agentes químicos sem ação direta de uma bactéria, como é o caso da cárie. A erosão é nociva e crônica, pois atinge pessoas de várias faixas etárias. Segundo a autora do primeiro estudo que usa o laser de CO2 na prevenção dessa doença, a cirurgiã-dentista Carolina Steiner Oliveira, a erosão tem entre as principais causas a ingestão de bebidas comuns na mesa do brasileiro. Exemplos: refrigerantes, vinhos e sucos industrializados considerados ácidos, entre os quais o de laranja e o de uva.

A conclusão da pesquisa aponta ainda que o laser de CO2 também é eficaz contra a cárie dentária, outro grande problema bucal que ainda acomete grupos de alto risco. Para obter resultados positivos, vários experimentos foram conduzidos na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) e orientados pela professora Marinês Nobre dos Santos Uchoa. As pesquisas tiveram a colaboração do professor Anderson T. Hara, da Indiana University (Estados Unidos), onde Carolina realizou estágio de doutorado por seis meses, com bolsa do CNPq.

A cirurgiã-dentista empregou um modelo microbiológico com sacarose para induzir a formação de cárie em dentes do siso extraídos de humanos – com a devida autorização do Comitê de Ética – e aplicou determinados parâmetros de laser antes da instalação da cárie e da erosão. O laser de CO2 foi empregado com ou sem flúor para testar a ação conjunta dos mesmos nos modelos experimentais.

Carolina explica que foram quatro pesquisas realizadas para garantir o cruzamento das informações de forma eficiente. O flúor utilizado para os testes foi o mesmo aplicado pelos profissionais em consultórios, na forma de gel. As altas concentrações permitiram uma ação na raiz do dente e também em lesões de cárie mais profundas. As pesquisadoras concluíram que o modelo microbiológico utilizado foi efetivo em produzir lesões de cárie na dentina radicular, e que a combinação do laser de CO2 com o flúor foram efetivos em prevenir tanto a cárie dentária como a erosão na dentina radicular. Nas pessoas mais idosas, a aplicação também poderia ocorrer como forma de prevenção da cárie radicular, que é o tipo de lesão que mais afeta essa população.

O laser utilizado para os experimento...

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