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Consultório de Odontologia Itaperuna, Rio de Janeiro

Encontre consultório odontológico em Itaperuna. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Bruno Antônio Escobar Pfeifer
(21) 2524-9963
Av Rio Branco 257 s 1708
Itaperuna, Rio de Janeiro
André L A Mello
(51) 3710-2783
Av Benjamin Constant 1010 s 401
Itaperuna, Rio de Janeiro
Ângelo M Freire
(71) 3247-4616
Av Anita Garibaldi 1133 s 1004
Itaperuna, Rio de Janeiro
Carlos H Sousa
(34) 3671-2617
Rua Dr Moacir Franco 68
Itaperuna, Rio de Janeiro
Victor J Z Garcia
(21) 2533-4516
Rua Quitanda 3 s 1206
Itaperuna, Rio de Janeiro
Ivan Capille
(21) 2717-8107
Rua Miguel Frias 88 s 503
Itaperuna, Rio de Janeiro
Helder Bortolini D'Avila Cirurgião Dentista
(27) 3336-1017
Av Expedito Garcia 83 sl 101
Itaperuna, Rio de Janeiro
Marcos F Novello
(54) 3223-0504
Rua Bento Gonçalves 2169 s 82
Itaperuna, Rio de Janeiro
Gervásio S Caon
(51) 3226-9435
Rua dos Andradas 1137 s 1610
Itaperuna, Rio de Janeiro
Antônio Demétrio Ribas de Oliveira
(32) 3753-1126
Rua João Bicalho 22
Itaperuna, Rio de Janeiro
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Consultório de Odontologia

Uma única aplicação de laser de CO2 pode prevenir o que os dentistas chamam de erosão dentária, ou seja, quando ocorre a perda da estrutura do dente por agentes químicos sem ação direta de uma bactéria, como é o caso da cárie. A erosão é nociva e crônica, pois atinge pessoas de várias faixas etárias. Segundo a autora do primeiro estudo que usa o laser de CO2 na prevenção dessa doença, a cirurgiã-dentista Carolina Steiner Oliveira, a erosão tem entre as principais causas a ingestão de bebidas comuns na mesa do brasileiro. Exemplos: refrigerantes, vinhos e sucos industrializados considerados ácidos, entre os quais o de laranja e o de uva.

A conclusão da pesquisa aponta ainda que o laser de CO2 também é eficaz contra a cárie dentária, outro grande problema bucal que ainda acomete grupos de alto risco. Para obter resultados positivos, vários experimentos foram conduzidos na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) e orientados pela professora Marinês Nobre dos Santos Uchoa. As pesquisas tiveram a colaboração do professor Anderson T. Hara, da Indiana University (Estados Unidos), onde Carolina realizou estágio de doutorado por seis meses, com bolsa do CNPq.

A cirurgiã-dentista empregou um modelo microbiológico com sacarose para induzir a formação de cárie em dentes do siso extraídos de humanos – com a devida autorização do Comitê de Ética – e aplicou determinados parâmetros de laser antes da instalação da cárie e da erosão. O laser de CO2 foi empregado com ou sem flúor para testar a ação conjunta dos mesmos nos modelos experimentais.

Carolina explica que foram quatro pesquisas realizadas para garantir o cruzamento das informações de forma eficiente. O flúor utilizado para os testes foi o mesmo aplicado pelos profissionais em consultórios, na forma de gel. As altas concentrações permitiram uma ação na raiz do dente e também em lesões de cárie mais profundas. As pesquisadoras concluíram que o modelo microbiológico utilizado foi efetivo em produzir lesões de cárie na dentina radicular, e que a combinação do laser de CO2 com o flúor foram efetivos em prevenir tanto a cárie dentária como a erosão na dentina radicular. Nas pessoas mais idosas, a aplicação também poderia ocorrer como forma de prevenção da cárie radicular, que é o tipo de lesão que mais afeta essa população.

O laser utilizado para os experimento...

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