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Consultório de Odontologia Rio Verde, Goiás

Encontre consultório odontológico em Rio Verde. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Robson Fonseca dos Reis
(75) 3223-1087
Rua Br do Rio Branco 882 sl 201
Rio Verde, Goiás
Altino Martinez Mourão Dias de Pinho
(21) 2569-4022
Pc Saenz Pena 45 s 1401
Rio Verde, Goiás
Sérgio Benedito Franco
(48) 3234-0020
Ser da Figueira Velha 131
Rio Verde, Goiás
Mário Massashi Nakashima
(44) 3224-5874
Rua Santos Dumont 3472 s 301
Rio Verde, Goiás
Celso Dotto
(48) 3223-5753
Rua Anita Garibaldi 79 s 902
Rio Verde, Goiás
Sérgio Barreto Rodrigues
(21) 2287-6097
Rua Xavier Silveira 45 s 305
Rio Verde, Goiás
Paulo S Carvalho
(64) 3413-3077
Rua 7 Setembro 471
Rio Verde, Goiás
Jarbas Honório Pereira Júnior
(35) 3221-3037
Av S José 26
Rio Verde, Goiás
Mário Massao Ishikiriyama
(21) 2610-0997
Rua Gavião Peixoto 182 s 707
Rio Verde, Goiás
João H Pieroni
(64) 3654-1343
Faz Remanso s/n
Rio Verde, Goiás
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Fornecido por: 

Consultório de Odontologia

Uma única aplicação de laser de CO2 pode prevenir o que os dentistas chamam de erosão dentária, ou seja, quando ocorre a perda da estrutura do dente por agentes químicos sem ação direta de uma bactéria, como é o caso da cárie. A erosão é nociva e crônica, pois atinge pessoas de várias faixas etárias. Segundo a autora do primeiro estudo que usa o laser de CO2 na prevenção dessa doença, a cirurgiã-dentista Carolina Steiner Oliveira, a erosão tem entre as principais causas a ingestão de bebidas comuns na mesa do brasileiro. Exemplos: refrigerantes, vinhos e sucos industrializados considerados ácidos, entre os quais o de laranja e o de uva.

A conclusão da pesquisa aponta ainda que o laser de CO2 também é eficaz contra a cárie dentária, outro grande problema bucal que ainda acomete grupos de alto risco. Para obter resultados positivos, vários experimentos foram conduzidos na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) e orientados pela professora Marinês Nobre dos Santos Uchoa. As pesquisas tiveram a colaboração do professor Anderson T. Hara, da Indiana University (Estados Unidos), onde Carolina realizou estágio de doutorado por seis meses, com bolsa do CNPq.

A cirurgiã-dentista empregou um modelo microbiológico com sacarose para induzir a formação de cárie em dentes do siso extraídos de humanos – com a devida autorização do Comitê de Ética – e aplicou determinados parâmetros de laser antes da instalação da cárie e da erosão. O laser de CO2 foi empregado com ou sem flúor para testar a ação conjunta dos mesmos nos modelos experimentais.

Carolina explica que foram quatro pesquisas realizadas para garantir o cruzamento das informações de forma eficiente. O flúor utilizado para os testes foi o mesmo aplicado pelos profissionais em consultórios, na forma de gel. As altas concentrações permitiram uma ação na raiz do dente e também em lesões de cárie mais profundas. As pesquisadoras concluíram que o modelo microbiológico utilizado foi efetivo em produzir lesões de cárie na dentina radicular, e que a combinação do laser de CO2 com o flúor foram efetivos em prevenir tanto a cárie dentária como a erosão na dentina radicular. Nas pessoas mais idosas, a aplicação também poderia ocorrer como forma de prevenção da cárie radicular, que é o tipo de lesão que mais afeta essa população.

O laser utilizado para os experimento...

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