Consultório de Oftalmologia Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Encontre consultório de oftalmologia em Angra dos Reis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Rubens Carmo Costa Filho
(21) 2528-1547
Atahualpa 86 - 1
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Vanderson Almeida Meirelles
(21) 7836-8466
Rau das Larangeiras 146
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Marlene Couto Campos
2196-0333
R. Cd. de Bonfim 255 - 703
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Herbert Praxedes-Hematologia Pat.Onc.e
(21) 610-7147
Rua Coronel Moreira Cesar 229
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Leonardo Justin Carap
(21) 2719-9585
Rua Dr. Borman 23 - 1202
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Gerson Carakushansky
(21) 2547-6838
Av. N. S. de Copacabana 500 - Conj. 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Denise Menezes Seroa da Motta
(21) 2142-0935
Av. Franklin Roosevelt 166 - Sala 403
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Julio Cezar dos Santos
(24) 2231-4572
Rua Mal. Deodoro 46
Petropolis, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

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Consultório de Oftalmologia

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A retinopatia é uma complicação visual progressiva associada ao diabetes e atualmente atinge proporções epidêmicas no mundo, com impacto econômico importante, sendo a primeira causa de cegueira em pessoas na idade produtiva em países desenvolvidos. Um estudo realizado na Unicamp demonstrou alterações moleculares e celulares na retina que precedem as alterações clássicas iniciais presentes na retinopatia diabética, e os efeitos protetores do uso de bloqueador do receptor de angiotensina (losartan), medicação utilizada no tratamento da hipertensão arterial. Os dados obtidos em ensaios com animais diabéticos e hipertensos foram recentemente publicados na versão on-line da Diabetes,a revista de maior impacto na área.  

O estudo foi financiado pela Fapesp e desenvolvido integralmente por pesquisadores do Laboratório de Fisiopatologia Renal, que é chefiado pelo professor José Butori Lopes de Faria e vinculado à disciplina de Nefrologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e que há quinze anos investiga complicações causadas pelo diabetes, como a renal (nefropatia) e a perda da acuidade visual (retinopatia). Dados atuais indicam que 8% dos brasileiros têm diabetes, principalmente na sua forma adulta (tipo 2) e que geralmente é acompanhada de obesidade e hipertensão arterial.

A hipertensão arterial é o fator de risco associado à hiperglicemia mais importante para o desenvolvimento e progressão da retinopatia. A presença da hipertensão é muito frequente na população diabética e seu controle reduz em até 35% o risco de desenvolvimento de retinopatia diabética nestes pacientes. A retinopatia acomete virtualmente 100% dos pacientes diabéticos, mas somente um subgrupo de 60% irá desenvolver formas graves que podem levar à perda irreversível da visão por hemorragia vítrea e descolamento de retina”, afirma a oftalmologista e professora Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, que figura entre os autores do artigo.

Na opinião da pesquisadora da FCM, a hipertensão, portanto, é um fator de risco tão importante para o desenvolvimento da retinopatia quanto a própria hiperglicemia. “Nossas pesquisas estão voltadas para os mecanismos que originam esta doença, a fim de propor ações e tratamentos. Para isso, recorremos a modelos animais tornados diabéticos experimentalmente e geneticamente hipertensos, que nos aproximam muito da realidade da maioria dos pacientes diabéticos”.

Jacqueline Lopes de Faria informa que o Laborat&oa...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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