Consultório de Oftalmologia Toledo, Paraná

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Joao Bosco da Rocha Strozzi
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Dados Divulgados por
Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
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Affonso Coelho
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Dados Divulgados por
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Tráfego

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Carlos Augusto Villegas Chirinos
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Curitiba, Paraná
Especialidade
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Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
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Marco Cesar Palumbo Maggi
(44) 3622-4200
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Umuarama, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Jose Almeida Fonseca
232-1533
R Major Otavioovaes 112
Castro, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Iara Rute Correa Duarte
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Curitiba, Paraná
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Champagnat Clin. e Lab.
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Consultório de Oftalmologia

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A retinopatia é uma complicação visual progressiva associada ao diabetes e atualmente atinge proporções epidêmicas no mundo, com impacto econômico importante, sendo a primeira causa de cegueira em pessoas na idade produtiva em países desenvolvidos. Um estudo realizado na Unicamp demonstrou alterações moleculares e celulares na retina que precedem as alterações clássicas iniciais presentes na retinopatia diabética, e os efeitos protetores do uso de bloqueador do receptor de angiotensina (losartan), medicação utilizada no tratamento da hipertensão arterial. Os dados obtidos em ensaios com animais diabéticos e hipertensos foram recentemente publicados na versão on-line da Diabetes,a revista de maior impacto na área.  

O estudo foi financiado pela Fapesp e desenvolvido integralmente por pesquisadores do Laboratório de Fisiopatologia Renal, que é chefiado pelo professor José Butori Lopes de Faria e vinculado à disciplina de Nefrologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e que há quinze anos investiga complicações causadas pelo diabetes, como a renal (nefropatia) e a perda da acuidade visual (retinopatia). Dados atuais indicam que 8% dos brasileiros têm diabetes, principalmente na sua forma adulta (tipo 2) e que geralmente é acompanhada de obesidade e hipertensão arterial.

A hipertensão arterial é o fator de risco associado à hiperglicemia mais importante para o desenvolvimento e progressão da retinopatia. A presença da hipertensão é muito frequente na população diabética e seu controle reduz em até 35% o risco de desenvolvimento de retinopatia diabética nestes pacientes. A retinopatia acomete virtualmente 100% dos pacientes diabéticos, mas somente um subgrupo de 60% irá desenvolver formas graves que podem levar à perda irreversível da visão por hemorragia vítrea e descolamento de retina”, afirma a oftalmologista e professora Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, que figura entre os autores do artigo.

Na opinião da pesquisadora da FCM, a hipertensão, portanto, é um fator de risco tão importante para o desenvolvimento da retinopatia quanto a própria hiperglicemia. “Nossas pesquisas estão voltadas para os mecanismos que originam esta doença, a fim de propor ações e tratamentos. Para isso, recorremos a modelos animais tornados diabéticos experimentalmente e geneticamente hipertensos, que nos aproximam muito da realidade da maioria dos pacientes diabéticos”.

Jacqueline Lopes de Faria informa que o Laborat&oa...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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