Dentistas Belém, Pará

Encontre dentistas em Belém. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Paulo Geraldo Ramos
(34) 3661-1371
Rua Belo Horizonte 1044
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Augusto Goltz Carvalho Machado
(64) 3413-2426
Rua S Paulo Q 9 52 lt 13
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Danielle Oliveira Tozzi
(27) 3261-1105
Pc Antônio Jorge Assef 568 s 4
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Andréa Ferreth Sieiro
(31) 3281-6164
Rua Espírito Santo 2727 sl 507
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Márcio Teixeira da Costa
(21) 2220-6826
Av Rio Branco 185 sl 1702
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Virgílio Afonso Pereira
(38) 3721-1066
Rua Cel Levindo Augusto Pereira 72 s 118
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ricardo Nóbrega Leonel
(32) 3215-4105
Rua Halfeld 651 sl 1003
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Rodrigo Monteiro de Castro Moreira
(28) 3562-2855
Rua Maj Barbosa 29
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marialvo J Martinelli
(54) 3311-1598
Rua Independência 812 s 12
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jaime Rodrigues de Aguilar
(38) 3221-9212
Rua Irmã Beata 200 s 207
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

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Dentistas

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A eficácia do flúor em relação à prevenção de cáries e à manutenção de dentes saudáveis já foi atestada por vários estudos. Sua presença não é essencial, mas a substância é, sem dúvida, um grande aliado do fortalecimento da estrutura dentária, por meio de sua incorporação nos cristais do esmalte. No entanto, é preciso prestar atenção para os excessos.  

A atuação do flúor deixa o esmalte menos suscetível às ações de microrganismos, o que torna importante sua aplicação tanto nos dentes de leite quanto nos permanentes.

A presençã do flúor em dose exagerada no organismo, porém, é prejudicial, podendo ocasionar dois tipos de intoxicação: a aguda e a crônica.

A primeira ocorre quando há alta concentração de flúor em algum produto aplicado no paciente. No uso de gel fluoretado, por exemplo, o dentista não deve deixar de colocar o sugador que evita a deglutição do gel tóxico. Assim, caso o paciente se queixe de dores estomacais, náuseas e vômitos, o indicado é a ingestão de leite.

O cálcio contido no leite ao se combinar com o flúor, forma o fluoreto de cálcio, sal insolúvel não absorvível pelo organismo. Nos quadros mais graves, em que o paciente já demonstra manifestações neurológicas e parte do flúor já foi absorvido, é necessária a lavagem gástrica ou até a hemodiálise.

A intoxicação crônica, mais conhecida como fluorose, ocorre quando um produto com baixa concentração de flúor é utilizado durante um longo período, geralmente meses ou anos. A taxa de flúor é baixa, porém maior do que os níveis aceitáveis.

A deglutição de pasta de dente ou soluções bucais e eventuais erros na dosagem de flúor colocado na água para o abastecimento da população são os principais causadores da fluorose.

Existem ocorrências de fluorose endêmica nas regiões em que a água não é fluoretada artificialmente, como na maioria das cidades, porque o lençol freático contém uma quantidade de flúor maior do que a necessária. Se o nível de flúor na água é maior do que uma parte por milhão (1ppm), a intoxicação pode ocorrer.

A fluorose é identificada pelo aparecimento de manchas nos dentes. Sua versão leve, por exemplo, cria manchas brancas, geralmente estrias horizontais que acompanham toda a face do dente.

Dependendo da severidade do caso, isto é, do tempo de exposição permanente do indivíduo ao flúor, a fluorose pode gerar manchas amarelas, amarronzadas e, nos casos mais graves, perda do esmalte dentário.

Em todas as circunstâncias, não há tratamento. Uma vez manchado o dente, não há o que fazer; porém, se a mancha for pequena, pode-se lixar a estrutura dentária na tentativa de removê-la, o que não é recomendado pelos dentistas em todos os casos.

As intoxicações são raras, mas ocorrem principalmente em crianças que engolem o gel colocado nas moldeiras no momento da aplicação do flúor e o dentifrício das escovações diárias. A ingestão acidental do flúor da pasta pode ser evita...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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