Dentistas Ji-Paraná, Rondônia

Encontre dentistas em Ji-Paraná. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Fabrício Ruzzarin
(54) 3225-1017
Rua Visc de Pelotas 905 s 31
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Luiz Antônio Soares Zuim
(37) 3221-7809
Rua Minas Gerais 655 s 509
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Renato P Lauermann
(55) 3312-3361
Rua Antunes Ribas 1600 s 205
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jonas Fábio Cipriani Aparelho Dentário
(32) 3273-1901
Av Cardoso Saraiva 480
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Francisco Benício Pereira
Av Assis Chateaubriand 457
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Omar de Carvalho Leite
(51) 3661-1521
Av Fernandes Bastos 408
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Dilton de Paula Lacerda
(32) 3216-9843
Av Br do Rio Branco 2337 sl 1111
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
André R Lima e Silva
(48) 3433-0031
Rua Henrique Lage 441
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
AlessanJacó Batista
(87) 3861-2617
Rua Eng Walmir Bezerra 49 c A
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Laura Alice Holanda Carvalho Galvão
(82) 3377-0016
Rua Gaspar Ferrari 255 s 202
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

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Dentistas

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A eficácia do flúor em relação à prevenção de cáries e à manutenção de dentes saudáveis já foi atestada por vários estudos. Sua presença não é essencial, mas a substância é, sem dúvida, um grande aliado do fortalecimento da estrutura dentária, por meio de sua incorporação nos cristais do esmalte. No entanto, é preciso prestar atenção para os excessos.  

A atuação do flúor deixa o esmalte menos suscetível às ações de microrganismos, o que torna importante sua aplicação tanto nos dentes de leite quanto nos permanentes.

A presençã do flúor em dose exagerada no organismo, porém, é prejudicial, podendo ocasionar dois tipos de intoxicação: a aguda e a crônica.

A primeira ocorre quando há alta concentração de flúor em algum produto aplicado no paciente. No uso de gel fluoretado, por exemplo, o dentista não deve deixar de colocar o sugador que evita a deglutição do gel tóxico. Assim, caso o paciente se queixe de dores estomacais, náuseas e vômitos, o indicado é a ingestão de leite.

O cálcio contido no leite ao se combinar com o flúor, forma o fluoreto de cálcio, sal insolúvel não absorvível pelo organismo. Nos quadros mais graves, em que o paciente já demonstra manifestações neurológicas e parte do flúor já foi absorvido, é necessária a lavagem gástrica ou até a hemodiálise.

A intoxicação crônica, mais conhecida como fluorose, ocorre quando um produto com baixa concentração de flúor é utilizado durante um longo período, geralmente meses ou anos. A taxa de flúor é baixa, porém maior do que os níveis aceitáveis.

A deglutição de pasta de dente ou soluções bucais e eventuais erros na dosagem de flúor colocado na água para o abastecimento da população são os principais causadores da fluorose.

Existem ocorrências de fluorose endêmica nas regiões em que a água não é fluoretada artificialmente, como na maioria das cidades, porque o lençol freático contém uma quantidade de flúor maior do que a necessária. Se o nível de flúor na água é maior do que uma parte por milhão (1ppm), a intoxicação pode ocorrer.

A fluorose é identificada pelo aparecimento de manchas nos dentes. Sua versão leve, por exemplo, cria manchas brancas, geralmente estrias horizontais que acompanham toda a face do dente.

Dependendo da severidade do caso, isto é, do tempo de exposição permanente do indivíduo ao flúor, a fluorose pode gerar manchas amarelas, amarronzadas e, nos casos mais graves, perda do esmalte dentário.

Em todas as circunstâncias, não há tratamento. Uma vez manchado o dente, não há o que fazer; porém, se a mancha for pequena, pode-se lixar a estrutura dentária na tentativa de removê-la, o que não é recomendado pelos dentistas em todos os casos.

As intoxicações são raras, mas ocorrem principalmente em crianças que engolem o gel colocado nas moldeiras no momento da aplicação do flúor e o dentifrício das escovações diárias. A ingestão acidental do flúor da pasta pode ser evita...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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