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Dentistas Nossa Senhora do Socorro, Sergipe

Encontre dentistas em Nossa Senhora do Socorro. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Valério José Soares Pereira
(38) 3721-2579
Rua Benjamin Constant 202 s 5
Aracaju, Sergipe
Marcello Daltro Lordello
(21) 2533-5708
Rua da Quitanda 3 s 610
Aracaju, Sergipe
Vicente José Averbeck
Rua Antônio Maria Coelho 3659
Aracaju, Sergipe
Nadim Farid Nicolau Neto
(49) 3322-0105
Av Getúlio Dorneles Vargas 246N s 8
Aracaju, Sergipe
Orlando G Silva
(31) 3851-3828
Av Getúlio Vargas 4998
Aracaju, Sergipe
Marcus H R Bichara Sobrinho
(83) 3225-2836
Av Sen Ruy Carneiro 300 s 704
Aracaju, Sergipe
Wagner C Pádua
(31) 3273-9155
Rua Espírito Santo 466 s 1505
Aracaju, Sergipe
Vicente P A Machado
(31) 3287-4584
Rod BR 40 s/n km 688 s 323
Aracaju, Sergipe
Omar Magno da Silva
(31) 3222-5616
Rua S Paulo 824 s 412
Aracaju, Sergipe
Newton M Carvalho
(31) 3225-4640
Rua Carijós 424 s 2210
Aracaju, Sergipe
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Dentistas

A eficácia do flúor em relação à prevenção de cáries e à manutenção de dentes saudáveis já foi atestada por vários estudos. Sua presença não é essencial, mas a substância é, sem dúvida, um grande aliado do fortalecimento da estrutura dentária, por meio de sua incorporação nos cristais do esmalte. No entanto, é preciso prestar atenção para os excessos.  

A atuação do flúor deixa o esmalte menos suscetível às ações de microrganismos, o que torna importante sua aplicação tanto nos dentes de leite quanto nos permanentes.

A presençã do flúor em dose exagerada no organismo, porém, é prejudicial, podendo ocasionar dois tipos de intoxicação: a aguda e a crônica.

A primeira ocorre quando há alta concentração de flúor em algum produto aplicado no paciente. No uso de gel fluoretado, por exemplo, o dentista não deve deixar de colocar o sugador que evita a deglutição do gel tóxico. Assim, caso o paciente se queixe de dores estomacais, náuseas e vômitos, o indicado é a ingestão de leite.

O cálcio contido no leite ao se combinar com o flúor, forma o fluoreto de cálcio, sal insolúvel não absorvível pelo organismo. Nos quadros mais graves, em que o paciente já demonstra manifestações neurológicas e parte do flúor já foi absorvido, é necessária a lavagem gástrica ou até a hemodiálise.

A intoxicação crônica, mais conhecida como fluorose, ocorre quando um produto com baixa concentração de flúor é utilizado durante um longo período, geralmente meses ou anos. A taxa de flúor é baixa, porém maior do que os níveis aceitáveis.

A deglutição de pasta de dente ou soluções bucais e eventuais erros na dosagem de flúor colocado na água para o abastecimento da população são os principais causadores da fluorose.

Existem ocorrências de fluorose endêmica nas regiões em que a água não é fluoretada artificialmente, como na maioria das cidades, porque o lençol freático contém uma quantidade de flúor maior do que a necessária. Se o nível de flúor na água é maior do que uma parte por milhão (1ppm), a intoxicação pode ocorrer.

A fluorose é identificada pelo aparecimento de manchas nos dentes. Sua versão leve, por exemplo, cria manchas brancas, geralmente estrias horizontais que acompanham toda a face do dente.

Dependendo da severidade do caso, isto é, do tempo de exposição permanente do indivíduo ao flúor, a fluorose pode gerar manchas amarelas, amarronzadas e, nos casos mais graves, perda do esmalte dentário.

Em todas as circunstâncias, não há tratamento. Uma vez manchado o dente, não há o que fazer; porém, se a mancha for pequena, pode-se lixar a estrutura dentária na tentativa de removê-la, o que não é recomendado pelos dentistas em todos os casos.

As intoxicações são raras, mas ocorrem principalmente em crianças que engolem o gel colocado nas moldeiras no momento da aplicação do flúor e o dentifrício das escovações diárias. A ingestão acidental do flúor da pasta pode ser evita...

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