Dentistas Palhoça, Santa Catarina

Encontre dentistas em Palhoça. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Quirino de Oliveira Barbosa
(68) 3224-6087
Rua Alvorada 178 s 3
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Fabrício M Mattos
(27) 3325-8008
Pc Regina Frigeri Furno 74 s 311
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Emi Sakamoto
(41) 3349-3889
Rua Izaac Ferreira Cruz 2830 s 3
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Richard A W P Silva
(48) 3465-3345
Rua Pedro Damiani 227 s 104
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jorge Kimura
(65) 3241-4001
Rua Germano Greve 375 s 1
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Telma Regina da Silva Aguiar
(21) 2719-3498
R Dr Aurelino Leal 40 S 204
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ana Cecília de Alencar Barreto
(88) 3523-2887
Rua Dr Miguel Lima Verde 513 s 205
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sebastião Cotta
(31) 3857-1480
Rua José Vasconcelos M Filho 44
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dino Soccol
(51) 3224-9625
Rua Dr Barros Cassal 381
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Mário T Ferreira
(51) 3224-5094
Rua Prof Annes Dias 154 s 1306
Palhoça, Santa Catarina
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Dentistas

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A eficácia do flúor em relação à prevenção de cáries e à manutenção de dentes saudáveis já foi atestada por vários estudos. Sua presença não é essencial, mas a substância é, sem dúvida, um grande aliado do fortalecimento da estrutura dentária, por meio de sua incorporação nos cristais do esmalte. No entanto, é preciso prestar atenção para os excessos.  

A atuação do flúor deixa o esmalte menos suscetível às ações de microrganismos, o que torna importante sua aplicação tanto nos dentes de leite quanto nos permanentes.

A presençã do flúor em dose exagerada no organismo, porém, é prejudicial, podendo ocasionar dois tipos de intoxicação: a aguda e a crônica.

A primeira ocorre quando há alta concentração de flúor em algum produto aplicado no paciente. No uso de gel fluoretado, por exemplo, o dentista não deve deixar de colocar o sugador que evita a deglutição do gel tóxico. Assim, caso o paciente se queixe de dores estomacais, náuseas e vômitos, o indicado é a ingestão de leite.

O cálcio contido no leite ao se combinar com o flúor, forma o fluoreto de cálcio, sal insolúvel não absorvível pelo organismo. Nos quadros mais graves, em que o paciente já demonstra manifestações neurológicas e parte do flúor já foi absorvido, é necessária a lavagem gástrica ou até a hemodiálise.

A intoxicação crônica, mais conhecida como fluorose, ocorre quando um produto com baixa concentração de flúor é utilizado durante um longo período, geralmente meses ou anos. A taxa de flúor é baixa, porém maior do que os níveis aceitáveis.

A deglutição de pasta de dente ou soluções bucais e eventuais erros na dosagem de flúor colocado na água para o abastecimento da população são os principais causadores da fluorose.

Existem ocorrências de fluorose endêmica nas regiões em que a água não é fluoretada artificialmente, como na maioria das cidades, porque o lençol freático contém uma quantidade de flúor maior do que a necessária. Se o nível de flúor na água é maior do que uma parte por milhão (1ppm), a intoxicação pode ocorrer.

A fluorose é identificada pelo aparecimento de manchas nos dentes. Sua versão leve, por exemplo, cria manchas brancas, geralmente estrias horizontais que acompanham toda a face do dente.

Dependendo da severidade do caso, isto é, do tempo de exposição permanente do indivíduo ao flúor, a fluorose pode gerar manchas amarelas, amarronzadas e, nos casos mais graves, perda do esmalte dentário.

Em todas as circunstâncias, não há tratamento. Uma vez manchado o dente, não há o que fazer; porém, se a mancha for pequena, pode-se lixar a estrutura dentária na tentativa de removê-la, o que não é recomendado pelos dentistas em todos os casos.

As intoxicações são raras, mas ocorrem principalmente em crianças que engolem o gel colocado nas moldeiras no momento da aplicação do flúor e o dentifrício das escovações diárias. A ingestão acidental do flúor da pasta pode ser evita...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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