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Dentistas Vespasiano, Minas Gerais

Encontre dentistas em Vespasiano. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

João Antônio Rech
(51) 3224-5615
Rua Dr Flores 190 ap 35
Vespasiano, Minas Gerais
Marcos Davi Vasconcellos da Silva
(71) 3655-3143
Pc Gal Raimundo Barbosa 292
Vespasiano, Minas Gerais
Leon Guimarães
(31) 3841-2067
Rua Maria Matos 471 s 103
Vespasiano, Minas Gerais
João Antônio Greggianin
(54) 3364-1383
Av Pres Vargas 904
Vespasiano, Minas Gerais
Juliana Ernandes Corradi
(47) 3349-7965
Rua Pedro Ferreira 155 s 1615
Vespasiano, Minas Gerais
Mário D Ferreira
(21) 2240-6037
Av 13 Maio 13 s 2219
Vespasiano, Minas Gerais
Vítor de Mesquita Netto
(62) 3242-1433
Av Alpes Q 85 1413 lt 18
Vespasiano, Minas Gerais
Aníbal R V Ferreira
(92) 236-3676
Av Rio Negro 13 qd 28
Vespasiano, Minas Gerais
Aureliano Dias Lustosa Filho
QE 30 Bl B Comércio Local s/n s 102
Vespasiano, Minas Gerais
Osvaldo Takumi Takaki
(21) 2439-7055
Av das Américas 1917 cb
Vespasiano, Minas Gerais
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Dentistas

A eficácia do flúor em relação à prevenção de cáries e à manutenção de dentes saudáveis já foi atestada por vários estudos. Sua presença não é essencial, mas a substância é, sem dúvida, um grande aliado do fortalecimento da estrutura dentária, por meio de sua incorporação nos cristais do esmalte. No entanto, é preciso prestar atenção para os excessos.  

A atuação do flúor deixa o esmalte menos suscetível às ações de microrganismos, o que torna importante sua aplicação tanto nos dentes de leite quanto nos permanentes.

A presençã do flúor em dose exagerada no organismo, porém, é prejudicial, podendo ocasionar dois tipos de intoxicação: a aguda e a crônica.

A primeira ocorre quando há alta concentração de flúor em algum produto aplicado no paciente. No uso de gel fluoretado, por exemplo, o dentista não deve deixar de colocar o sugador que evita a deglutição do gel tóxico. Assim, caso o paciente se queixe de dores estomacais, náuseas e vômitos, o indicado é a ingestão de leite.

O cálcio contido no leite ao se combinar com o flúor, forma o fluoreto de cálcio, sal insolúvel não absorvível pelo organismo. Nos quadros mais graves, em que o paciente já demonstra manifestações neurológicas e parte do flúor já foi absorvido, é necessária a lavagem gástrica ou até a hemodiálise.

A intoxicação crônica, mais conhecida como fluorose, ocorre quando um produto com baixa concentração de flúor é utilizado durante um longo período, geralmente meses ou anos. A taxa de flúor é baixa, porém maior do que os níveis aceitáveis.

A deglutição de pasta de dente ou soluções bucais e eventuais erros na dosagem de flúor colocado na água para o abastecimento da população são os principais causadores da fluorose.

Existem ocorrências de fluorose endêmica nas regiões em que a água não é fluoretada artificialmente, como na maioria das cidades, porque o lençol freático contém uma quantidade de flúor maior do que a necessária. Se o nível de flúor na água é maior do que uma parte por milhão (1ppm), a intoxicação pode ocorrer.

A fluorose é identificada pelo aparecimento de manchas nos dentes. Sua versão leve, por exemplo, cria manchas brancas, geralmente estrias horizontais que acompanham toda a face do dente.

Dependendo da severidade do caso, isto é, do tempo de exposição permanente do indivíduo ao flúor, a fluorose pode gerar manchas amarelas, amarronzadas e, nos casos mais graves, perda do esmalte dentário.

Em todas as circunstâncias, não há tratamento. Uma vez manchado o dente, não há o que fazer; porém, se a mancha for pequena, pode-se lixar a estrutura dentária na tentativa de removê-la, o que não é recomendado pelos dentistas em todos os casos.

As intoxicações são raras, mas ocorrem principalmente em crianças que engolem o gel colocado nas moldeiras no momento da aplicação do flúor e o dentifrício das escovações diárias. A ingestão acidental do flúor da pasta pode ser evita...

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