Dentística Restauradora São Paulo, São Paulo

Encontre dentística restauradora em São Paulo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Abrão Mehlem
(21) 2521-2782
Av NS Copacabana 1052 SL 602
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Clarissa Ortodontia
(11) 3699-7455
Rua Caetano de Campos 401 A
São Paulo, São Paulo
 
Valdemir L Abatti
(49) 3443-0192
Rua Rui Barbosa 522
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Union Clinic
(11) 3071-2220
Av. Indianópolis, 2300
São Paulo, São Paulo
 
Ednildo R Duarte
(98) 3235-9413
Av Papa João Paulo II 9 s 102
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Tatiana I S R Cunha
(61) 3385-0606
Aer Lado Oeste s/n MD20/21s 156
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Adnaldo Souza
(11) 2281-6856
Rua Voluntários da Pátria 1878
São Paulo, São Paulo
 
Eloylson R Souza
(21) 2286-6724
Rua Marques 15
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Leonardo E P Magalhães
(31) 3390-0330
Av Carmelita Drummond Diniz 406 c A
São Paulo, São Paulo
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dra Karoline França Nadalino
(11) 2654-0230
Rua Dona Matilde, 624A s 3
São Paulo, São Paulo
 
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Dentística Restauradora

Fornecido por: 

Invariavelmente, ela começa com um bombom a mais ali ou com a falta de escovação adequada. Tais situações se repetem até que um pequeno orifício surge no dente. No início da cárie, a dor aparece apenas com o sorvete gelado ou a sopa quentinha. Mas, assim que ela atinge a polpa dentária, uma dor muitas vezes insuportável toma conta da pessoa. Seja por falta de recursos financeiros ou até mesmo por medo do tratamento, o fato é que é enorme a chance de uma situação como essa terminar com a extração do dente dolorido. Não é à toa que o Brasil tem, segundo estatísticas, 30 milhões de desdentados.

Para enfrentar a perda dentária – um dos maiores problemas de saúde bucal do país –, o doutorando Sergio Tadeu Bernatavicius, do Laboratório de Biomateriais da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM), debruçou-se sobre a possibilidade da criação de algo que substituísse o caro e complexo tratamento de canal. Sua idéia era aplicar sobre a polpa do dente afetado um material que não causasse a morte do tecido vivo contaminado, não causasse dor nem infecção e ainda estimulasse a produção de um tecido duro chamado dentina. Microesferas de PLLA (Poli L-ácido-lático) foram a resposta encontrada a esse problema.

Bernatavicius conta que até os dias atuais, uma pessoa com um dente cavitado (termo técnico que significa corroído) até a polpa pela cárie, tinha duas opções: submeter-se ao tratamento de canal ou ter o dente extraído. Ocorre que tratar o canal “mata” esse dente, pois todo o tecido vivo contaminado é retirado durante o procedimento. “O surgimento de uma futura cárie nesse dente, tanto entre ele e seus vizinhos como abaixo da gengiva, faz com que o paciente não sinta dor até o momento em que nada mais pode ser feito além da exodontia (extração do dente). Dor é uma coisa horrível, mas é ela quem nos indica que algo está errado”, relata Bernatavicius.

Ao invés de acabar com a vitalidade do dente ao tratar seu canal, as microesferas de PLLA são um polímero que, aplicado sobre a polpa dentária, degradam-se e liberam no organismo uma determinada substância de modo controlado. No seu trabalho de dissertação de mestrado defendido em 2004, Bernatavicius associou ao PLLA antiinflamatório e antibiótico para controlar possível dor ou infecção, dois eventos muito comuns quando se aplica algum material s...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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