Tratamento depressão Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Entenda os perigos dessa doença e como combatê-la. O autor explica que algums groupos estão mais vulneráveis a doença como mulheres, idosos, e pacientes com doenças crônicas. “Realizar atividade física regular, manter alimentação adequada, tomar banhos de Consulte a lista de especialistas da área, em Campo Grande.

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Tratamento depressão

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Especialista alerta para os perigos da depressão e como combatê-la

OMS informa que será a doença mais comum do mundo em 2030

Realizar atividade física regular, manter alimentação adequada, tomar banhos de sol diários, ter uma vida familiar equilibrada e realizar atividades altruístas e em grupo. Essas são recomendações simples e fundamentais para se diminuir o risco e ajudar no tratamento da depressão. As dicas são do neurologista Fabrício Hampshire, professor da Faculdade de Medicina de Petrópolis, que lembra o recente alerta feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

"Segundo a OMS, a depressão será a doença mais comum do mundo em 2030. Estima-se que já em 2020 será a segunda causa de incapacitação em países desenvolvidos e a primeira nos países em desenvolvimento. Isso se deve a vários fatores, como o aumento no número de casos diagnosticados que antes não o eram e o envelhecimento da população mundial", explica.

A depressão é causada por diversos fatores: orgânicos (predisposição genética e presença de outras doenças crônicas), socioambientais (condições nutricionais, estresse, dificuldades econômicas, desemprego etc), familiares (conflitos, separações, morte de parentes) e existenciais (quando o indivíduo não encontra um sentido real para a vida).

De acordo com Hampshire, alguns grupos estão mais vulneráveis à doença. As mulheres, por exemplo, são de duas a três vezes mais acometidas que os homens. Idosos e pacientes com doenças crônicas, como acidente vascular encefálico, cardiopatias, hipotireodismo, câncer, entre outras, também têm maior risco de desenvolver depressão, assim como pessoas solitárias.

"Observamos que indivíduos solitários - viúvos, solteiros sem vida familiar, pessoas sem atividade religiosa que funciona como uma ferramenta de convívio e acolhimentos sociais -, sedentários e pessoas que vivem em permanente estado de estresse aumentam as chances de desenvolver depressão, principalmente se esses fatores estiverem relacionados a uma predisposição genética", destaca o professor.

Outro dado que chama atenção é a falta de diagnóstico. Estima-se que cerca de 30% a 50% dos pacientes com depressão não são diagnosticados. A reincidência da doença também deve ser levada em conta. Aproximadamente 80% dos indivíduos que receberam tratamento para um episódio depressivo terão, pelo menos, outra crise ao longo de suas vidas. A duração média de cada episódio é entre 16 e 20 semanas. Mas caso esse prazo seja maior é impor...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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