Dependência de pertubadores sintéticos Francisco Morato, São Paulo
(11) 3682-5298
Osasco, São Paulo
(11) 2421-8864
Guarulhos, São Paulo
(11) 2086-8561
Guarulhos, São Paulo
(17) 3216-5998
São José do Rio Preto, São Paulo
(11) 3681-5802
Osasco, São Paulo
(11) 3683-2107
Osasco, São Paulo
(11) 2408-0911
Guarulhos, São Paulo
(11) 4332-4570
São Bernardo do Campo, São Paulo
(16) 3623-5786
Ribeirão Preto, São Paulo
Dependência de pertubadores sintéticos
(ALUCINÓGENOS) LSD-25 ("ácido"); MDMA ("êxtase")
Definição
Perturbadores ou Alucinógenos sintéticos são substâncias fabricadas (sintetizadas) em laboratório, não sendo, portanto, de origem natural, e que são capazes de promover alucinações no ser humano. Vale a pena recordar um pouco o significado de alucinação: "é uma percepção sem objeto". Isto significa que, mesmo sem ter um estímulo (objeto) a pessoa pode sentir, ver, ouvir.
Como exemplo, se uma pessoa ouve uma sirene tocando e há mesmo uma sirene perto, esta pessoa está normal; agora se ela ouve a sirene e não existe nenhuma tocando, então a pessoa está alucinando ou tendo uma alucinação auditiva.
Da mesma maneira, sob a ação de uma droga alucinógena ela pode ver um animal na sala (por exemplo um elefante) sem que, logicamente, exista o elefante; ou seja, a pessoa está tendo uma alucinação visual.
O LSD-25 (abreviação de dietilamina do ácido lisérgico) é, talvez, a mais potente droga alucinógena existente.
É utilizado habitualmente por via oral, embora possa ser misturado ocasionalmente com tabaco e fumado.
Algumas microgramas (e micrograma é um milésimo de uma miligrama que, por sua vez, é um milésimo de um grama) já são suficientes para produzir alucinações no ser humano.
O efeito alucinógeno do LSD-25 foi descoberto em 1943 pelo cientista suíço Hoffmam, por acaso, ao aspirar pequeníssima quantidade de pó num descuido de laboratório.
Eis o que ele descreveu.
"Os objetos e o aspecto dos meus colegas de laboratório pareciam sofrer mudanças ópticos. Não conseguindo me concentrar em meu trabalho, num estado de sonambolismo, fui para casa, onde uma vontade irresistível de me deitar apoderou-se de mim.
Fechei as cortinas do quarto e imediatamente caí em um estado mental peculiar, semelhante à embriaguez, mas caracterizado por imaginação exagerada. Com os olhos fechados, figuras fantásticas de extraordinária plasticidade e coloração surgiram diante de meus olhos.
" O seu relato detalhado das experiências alucinatórias levou a uma intensa pesquisa desta classe de substâncias, culminando, nas décadas de 50 e 60, no seu uso psiquiátrico, embora com resultados pouco satisfatórios...
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