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Enfermeira Belo Horizonte, Minas Gerais

Encontre enfermeiras em Belo Horizonte. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Dairton Miranda
322-4636
R Padre Rolim 815 - Salas 208 507
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose Henrique Macedo Cerqueira
3275-4499
Av do Contorno 9797
Belo Horizonte, Minas Gerais
Jose Carlos de Almeida Basques
2104-0100
Av do Contorno 9797
Belo Horizonte, Minas Gerais
Antonio de Padua Massote
3484-6311
Av Cristiano Machado 1
Belo Horizonte, Minas Gerais
Maria Christina Matte Loyola
3261-4922
R Tome de Souza 860 - Sala 1308
Belo Horizonte, Minas Gerais
Maria de Lourdes Junqueira Rodrigues Melo
3274-3733
R Padre Rolim 491
Belo Horizonte, Minas Gerais
Rodrigo Assis de Paula
3236-1100
R Ceara 186
Belo Horizonte, Minas Gerais
Daniela Martins de Barros
(31) 3281-1837
Rua Santa Rita Durao 321 - Sala 502
Belo Horizonte, Minas Gerais
Adilson Savi
321-3448
Al Ezequiel Dias 389 - 2 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Sidney
(31) 8492-1255
Av Prof Alfredo Balena 110
Belo Horizonte, Minas Gerais
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Enfermeira

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa e progressiva que atinge o sistema nervoso central do indivíduo, o que prejudica as funções intelectuais do cérebro, como a memória, o comportamento e a linguagem. Devido a esse efeito, o portador da enfermidade passa a necessitar de alguém que o auxilie em suas atividades diárias. Pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina, ao perceberem que o ato de cuidar é uma tarefa árdua e que suas consequências são comumente negligenciadas, resolveram construir um perfil desse cuidador, figura indispensável para o doente com Alzheimer, e avaliar o peso que essa atividade impõe em sua vida. Os resultados da pesquisa estão em artigo publicado no periódico Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz.

“Em países desenvolvidos, os cuidadores são extremamente importantes e uma rede pública e privada tem sido criada para ajudar a manter as pessoas de idade perto de suas famílias”, comentam os autores no artigo. “No Brasil, a responsabilidade cai exclusivamente sobre a família do paciente, que não pode contar com um suporte efetivo do serviço público, enquanto o setor privado é caro e disponível para poucos”, completam.   

A pesquisa foi realizada com base em entrevistas com 122 cuidadores de doentes com mal de Alzheimer moradores do município de Londrina (PR). Segundo os pesquisadores, essa é a maior amostra em um estudo sobre cuidadores já reportada no Brasil para esse tipo específico de doença mental. Os resultados apontaram que a atividade apresenta impacto elevado na vida física, emocional, social e financeira dos cuidadores, que são, predominantemente, mulheres com menos de 60 anos, filhas dos pacientes, casadas, que aprenderam o cuidado no dia-a-dia sem nenhuma ajuda e exercem essa função de supervisão por afeto. Os pesquisadores ainda afirmam que um maior impacto também foi observado em indivíduos que cuidam de pacientes dependentes deles para atividades instrumentais, como usar o telefone, fazer compras, realizar as tarefas domésticas e necessidades básicas, como tomar banho e se vestir. 

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