Prevenção da osteoporose Parnaíba, Piauí

Saiba quais são as circunstâncias que favorecem o desenvolvimento da osteoporose. As autoras Claudia Simões, Joseane Carvalho e Marcília Morais descrevem os principais fatores de risco. "As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporos Consulte a lista de especialistas da área, em Parnaíba.

Carla Soares Fortes
(86) 3221-6050
R Olavo Bilac 2300 - Ambulatorio H Sao Marcos
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Lucia Maria Machado Rego
863-2225
R Primeiro de Maio 1066
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Joaquim Vaz Parente - Clam
233-2721
Av Dom Severino 1410
Teresina, Piauí
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ana Paula de Sousa Pereira
086 9947-8208
Rua Prof. alda Neiva 4781 Dirceu II
Teresina, Piauí
Especialidade
Fisioterapia

Multclinn Fonoaudiologia Psicologia
0(86) 3081 0567
rua bejamin constant 1367 centro
teresina, Piauí
Especialidade
fonoaudiologia e psicologia

Lucia Maria de Miranda Adad
(86) 221-8240
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 616 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Benedita Andrade Leal de Abreu
R Desembargador Pires de Castro 489 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Implantes Dentais / Odontologia / Teresina
(86) 3217-3215
Rua Pires de Castro 260 - Sala 203 - Ed. Dergin
Teresina, Piauí
Especialidade
Implantes Dentarios

Dr. Anatole Santos de Almeida Borges
(86) 8845-0070
Rua Magalhães Filho, 768. Centro/Sul. Teresina-PI
Teresina, Piauí
Especialidade
Reprodução Humana/ Ginecologia

Merck Unidade Indl Vegetex
(86) 321-2859
r Cons José Alfredo SN
Parnaíba, Piauí
 
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Prevenção da osteoporose

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Osteoporose - Fatores de risco

A osteoporose é uma doença complexa, cujas causas não são totalmente conhecidas. Sabe-se, entretanto, que certos fatores estão associados a um maior risco para o desenvolvimento dessa doença. Dentre esses fatores destacam-se :

idade avançada, especialmente mulheres;

início de menopausa ou menopausa precoce (antes dos 45 anos);

histórico familiar de fraturas em mulheres idosas;

raça branca e asiática;

baixa ingestão de cálcio; Saúde em Movimento.com.br

baixa estatura ou baixo peso;

sedentarismo ou exercícios físicos excessivos;

doenças endócrinas, tais como hiperparatireoidismo, tirotoxicose, síndrome de Cushing;

doenças reumáticas, tais como artrite reumatóide e distúrbios hematológicas como o mieloma múltiplo (www.familydoctor.co.nz);

pacientes imobilizados em uma cama ou cadeira de rodas por tempo prolongado.

No entanto, a despeito desses fatores de risco, podem ser tomadas certas precauções, no sentido de, ainda na infância e adolescência, assegurar um desenvolvimento normal do esqueleto através da ingestão adequada de cálcio e vitamina D, pela exposição ao sol e dieta conveniente, acompanhando o ganho de peso e estatura, bem como a idade de entrada na puberdade. O grande objetivo é fazer com que a criança e o adolescente alcancem o maior pico de massa óssea possível. Mais tarde, na idade adulta, depois que esse pico já foi alcançado e, por toda a vida, deve-se manter os ossos saudáveis através da prática de esportes, manutenção da ingestão de vitamina D e de cálcio e, ainda, evitando o fumo e o consumo excessivo de álcool.

As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporose que os homens, basicamente em função da diminuição de hormônios sexuais femininos após a menopausa. Entretanto, os homens também podem desenvolver a doença, embora menos freqüentemente, em decorrência de distúrbios hormonais ou do uso de alguns medicamentos.

A taxa de incidência de osteoporose entre mulheres e homens é de aproximadamente 1,5:1 para as fraturas de colo, 7:1 para as fraturas vertebrais e 2:1 para as fraturas de quadril. Após cada fratura, menos de um terço dos pacientes recupera suas funções motoras em 12 meses (Favus et alli, 1993).

Alguns fatores são "protetores" da osteoporose. São eles:

obesidade, uma vez que a vitamina D é mais solúvel na gordura e, essas pacientes têm maior sensibilidade, à ação do paratormônio e maior densidade mineral óssea (DMO);

atividade física regular, que ajuda a fortificar os ossos; Saúde em Movimento.com.br

ingestão adequada de cálcio, a fim de suprimir as necessidades diárias do organismo;

exposi...

consumo excessivo de álcool e/ou café;

fumo;

uso de certos fármacos, tais como prednisona, fenitoína, tiroxina, heparina, entre outros;

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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