Fisioterapeutas Corumbá, Mato Grosso do Sul

Encontre Fisioterapeutas em Corumbá. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Kazuko Kakitani Iguma
(67) 3422-8222
R Camilo Ermelindo da Silva 459
Dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Maria Abrahao N. Ribeiro Lab. Biovida
(67) 3521-9694
Rua Joao Carrato 208
Tres Lagoas, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Centro Clínico Saúde Integrada
(67) 3321-2600
r 26 Agosto, 2070 Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
r Goiás, 1210 Vila Paraíso
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Miguel R. de Azambuja-Me Lab. Sao Lucas
(67) 3521-3076
Rua Paranaiba 1214 - B
Tres Lagoas, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Stela Regina Vidigal
(67) 3421-4329
Av.Presidente Vargas 1430
Dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Intituto Prenção Do Envelhecimento
(67) 3423-2103
major capilé 1965, sala 03
dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Depilação a Laser e Estética Facial e Corporal

Luiz Fernando Azambuja
(67) 3422-1753
Rua Toshinobu Katayama, 1305
Dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Pneumologia

Dados Divulgados por

Fisioterapeutas

Fornecido por: 

Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio

A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáve...

Clique aqui para ler este artigo em Saude em Movimento

Termos e Condições | Política de Privacidade
Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
Obs.: Se seu nome aparece no nosso cadastro e deseja que o tiremos, favor entrar em contato com support@nsphere.net