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Fisioterapeutas Itanhaém, São Paulo

Encontre Fisioterapeutas em Itanhaém. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Reynaldo Augusto Machado
R Martiniano de Carvalho 883
São Paulo, São Paulo
Carlos Frederico Vergueiro
(11) 2333-9156
Av Abrahao Gonçalves Braga 412
São Paulo, São Paulo
Josiene Germano
(16) 3931-2084
Rua Eliseu Guilherme 1025
Ribeirao Preto, São Paulo
Oduvaldo Goes
(11) 3069-7193
R.Dr.Ovídio Piresa de Campos 225 - Vigilância Sanitária
São Paulo, São Paulo
Elkis Furlanetto Ct Diag An Clin
Av. Angelica 2250
São Paulo, São Paulo
Maricondi Santini e Brandao - Cemen
(16) 3371-0123
Rua 7 - de Setembro 3033
Sao Carlos, São Paulo
Nelson Brancaccio dos Santos
(11) 3231-1356
Av Pres Juscelino K de Oliveira 570
Sorocaba, São Paulo
Rodrigo Plens Teixeira
(15) 3272-7220
Rua Sao Vicente de Paula 300
Itapetininga, São Paulo
Raphael Capelli Guerra
11 4331-1368
Av:Indico 837
Sao Bernardo Do Campo, São Paulo
Ana Maria Cristina de Campos Aguiar
(11) 3221-8867
Rua da Penha 1511
Sorocaba, São Paulo
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Fisioterapeutas

Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio

A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáve...

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