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Fisioterapeutas Paulo Afonso, Bahia

Encontre Fisioterapeutas em Paulo Afonso. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Roberto Vieira Pinto
(71) 3358-2641
Av Acm - Centro Medico Louis Pasteur Sala 905
Salvador, Bahia
Jussara Maria Gomes Caetano
(71) 3331-2350
Anita Garibald SALA 217 - B - Centro Medico Empresarial
Salvador, Bahia
Fernando Antonio de Castro Guedes
(71) 3348-7383
Av. Antonio Carlos Magalhães 846 - Sala 314
Salvador, Bahia
Charles Fonseca
(71) 3359-8345
Av Acm 2501 - Ed Profissional Center S/1121
Salvador, Bahia
Gilson Soares Feitosa Filho
(71) 2203-8214
Praça Almeida Couto 500
Salvador, Bahia
Edmario Guimaraes Costa =Cnen Af=
(71) 2104-2020
Salvador, Bahia
Denise Sales Moreira
713-3580
Av Acm 429 - S/302 Centro Emp Itaigara Sul
Salvador, Bahia
Antonio Roberto Silva Dantas
(71) 3243-3516
Av Estados Unidos 528 - S/520
Salvador, Bahia
Bruno Cunha Pires
(75) 3223-5029
Feira de Santana, Bahia
Ecio Soares Teixeira
(71) 3348-7511
Av.Antônio Carlos Magalhães 1113
Salvador, Bahia
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Fisioterapeutas

Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio

A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáve...

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