Fisioterapeutas Rio Branco, Acre

Encontre Fisioterapeutas em Rio Branco. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Antonio Lisboa Carneiro Braga
(68) 3223-9023
Rua Alvorada 178 - Centro Médico/Sala 08
Rio Branco, Acre
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Clinicas Reuniodas
(68) 3223-6008
r José Melo, 107 Q.107 sL.80 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Consultório Médico
(68) 3222-7170
r Epaminondas Jacome, 178 Cadeia Velha
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clínica Santa Lúcia
(68) 3224-8057
av Getúlio Vargas, 1919 s 2 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinisaúde
(68) 3223-4054
r Mal Deodoro,690 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Gilcilene de Souza Almada Pereira de Araujo
R Rua Dom Bosco 573
Rio Branco, Acre
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clínica Centrocor
(68) 3223-5193
r Alvorada, 54 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clini Parque
(68) 3224-1077
Tv Campo do Rio Branco, 313 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Centro Acreano de Pesquisa e Assistência Integrada
(68) 3223-5588
r Goldwasser Santos, 31 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Med Medicina Diagnóstico
(68) 3223-3705
av Getúlio Vargas, 1940 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Fisioterapeutas

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Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio

A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáve...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
Banco de dados de médicos e clínicas: Doctoralia
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