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Fisioterapeutas Votorantim, São Paulo

Encontre Fisioterapeutas em Votorantim. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Selma Pedroso L Rachkorsky
(11) 3231-2802
Rua da Penha 1123
Sorocaba, São Paulo
Antonio Carlos Ribeiro
R Goias 158
Sorocaba, São Paulo
Frederico Grizzi de Campos
(15) 3211-1714
Av. Antonio Carlos Comitre 525 - Sala 47
Sorocaba, São Paulo
Nelson Brancaccio dos Santos
(11) 3231-1356
Av Pres Juscelino K de Oliveira 570
Sorocaba, São Paulo
Mario Cesar Diegues
(11) 3221-8867
Rua da Penha 1511
Sorocaba, São Paulo
Mara Lucia Santino
(11) 3221-8671
Rua Visconde de Cairu 54 - Casa 6
Sorocaba, São Paulo
Edoardo Santino
(11) 3221-8671
Rua Visconde de Cairu 54 - Casa 6
Sorocaba, São Paulo
Orlando Fermozelli Rodrigues Junior
(11) 3231-2802
Rua da Penha 1123
Sorocaba, São Paulo
Ebe Christie de Oliveira
(11) 3232-8624
Rua Cel Jose Pedro de Oliveira 710
Sorocaba, São Paulo
Marta Wey Vieira
(11) 3231-8515
Rua Cap Alfredo Cardoso 226
Sorocaba, São Paulo
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Fisioterapeutas

Pacientes com Alzheimer deveriam fazer fisioterapia desde o início do diagnóstico. A recomendação é da fisioterapeuta Eliane Mayumi Kato. Embora na fase leve a doença atinja apenas a parte cognitiva e comportamental do doente, a fisioterapia pode colaborar com a diminuição do avanço da doença. "Os exercícios podem minimizar quedas, danos motores e prolongar a independência dos pacientes", diz Eliane.

Em pesquisa defendida recentemente na Faculdade de Medicina (FM) da USP, Eliane mostrou que a fisioterapia é importante para diminuir a progressão da doença. "Por meio de exercícios, a prática pode manter o paciente na mesma fase pelo maior tempo possível", explica. O treino das atividades do dia-a-dia, como subir a escada ou escovar os dentes, ajuda a melhorar o equilíbrio, diminuindo a dependência dos idosos. O fortalecimento muscular também ajuda na prevenção de quedas.

Os fisioterapeutas também são importantes para orientar os cuidadores a fazer as adaptações necessárias na casa do paciente, como a instalação de barras de apoio no box do banheiro, a retirada de tapetes e uso de iluminação adequada para facilitar sua locomoção e diminuir os riscos de quedas. "Os idosos já possuem, normalmente, alterações de equilíbrio, mas naqueles que têm a doença de Alzheimer elas são ainda maiores" diz a fisioterapeuta.

Na fase mais avançada da doença, quando o paciente passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante tanto para orientar os cuidadores sobre como transferir corretamente os doentes na cama quanto para minimizar as complicações da síndrome do imobilismo. Entre as possíveis conseqüências desse problema estão o encurtamento dos músculos e a perda da força muscular, o surgimento de úlceras por pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.

"A parte física costuma ficar esquecida no tratamento dessa doença", lembra Eliane, que recomenda atenção a atividades como a fisioterapia ou a terapia ocupacional, à atividade física orientada e à nutrição adequada. Ela também ressalta a importância de um trabalho dirigido aos médicos, para que eles também orientem adequadamente os pacientes e seus cuidadores.

Quedas e equilíbrio

A pesquisa analisou 48 idosos com Alzheimer (25 na fase leve e 23 na moderada) e 40 idosos saudáveis. Além de um questionário, respondido pelo familiar, sobre quedas e atividades cotidianas, foram feitos testes de equilíbrio que simularam movimentos do dia-a-dia, como apoiar os pés no degrau, por exemplo. Em relação ao equilíbrio, os pacientes com Alzheimer na fase leve não apresentaram resultados muito diferentes dos saudáveis. Os que estavam num estágio mais avançado da doença tiveram uma maior perda de estabilidade. A capacidade de execução de tarefas diárias foi diminuindo com a progressão da doença.

O estudo comparou o número de quedas de idosos saudáve...

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