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Ginástica Laboral Nova Friburgo, Rio de Janeiro

Encontre ginástica laboral em Nova Friburgo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Miriam Botelho de Mattos
226-5164
R. do Catete 311 - 302
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dailton Medeiros
(21) 2527-5500
R. Voluntarios da Patria 190 - 513
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Fernando J Chapermann
(21) 2247-0435
Av N S Copacabana 1066 - Sala 1102D
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Alvaro Henrique Braga
257-6111
R. Br. de S. Francisco 373 - 301
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Rosely Veneu Pinheiro
(21) 2234-7517
R Carmela Dutra 96
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Caíto Petroni Lemes
(21) 3316-2900
Rua Jaguaruna 105 - 4º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Alexandre Mônaco
(21) 2719-7680
R Miguel de Frias 77 - Sl. 813 a 816
Niteroi, Rio de Janeiro
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Francisco Eduardo Sampaio Fagundes
(21) 2286-4242
Rua General Polidoro 192
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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Ginástica Laboral

Os programas de ginástica laboral são adotados pelas empresas principalmente para prevenir lesões entre os empregados, mas sem contribuir na redução do sedentarismo. “Os programas devem estar associados a uma estratégia de promoção da saúde, expondo seus benefícios para levar a mudanças de comportamento que não se limitem ao ambiente de trabalho”, recomenda a técnica em educação física Ana Lúcia Aquilas Rodrigues.

A pesquisadora realizou um estudo sobre o tema na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Durante sua pesquisa, Ana Lúcia implementou um programa de ginástica laboral numa empresa do setor farmacêutico, que nunca havia desenvolvido atividades do gênero. “Antes da implantação, ela obteve informações sobre idade, gênero, horas de trabalho, renda salarial, escolaridade, peso e altura dos funcionários que se dispuseram a participar”, conta. “O nível de atividade física foi medido com um questionário conhecido como IPAQ, além de um pedômetro, aparelho que contabiliza o número de passos dados pela pessoa”.

Os exercícios foram realizados pelos funcionários do escritório, em sessões diárias de dez minutos, durante seis meses. “Com o objetivo de identificar mudanças no ritmo de atividade física, houve uma divisão por níveis de participação, com grupos que faziam duas, três e cinco sessões de ginástica por semana”, relata Ana Lúcia. Cada sessão tinha aquecimento, exercícios específicos, baseados no trabalho exercido, e relaxamento. “Como os participantes faziam tarefas no escritório, a prioridade era tonificar ou relaxar os membros superiores e as regiões lombar e cervical”.

No início, a ginástica laboral contou com a adesão de 130 funcionários, mas apenas 46 participaram até o final. “O programa ampliou a atividade física no local de trabalho, principalmente por meio de caminhadas, uma forma de exercício mais conhecida e simples de ser praticada”, afirma a pesquisadora. “Entretanto, no estudo não se encontrou evidências de que a ginástica laboral estimulou o aumento da atividade física em outros ambientes freqüentados pelos participantes”.

Motivação

A pesquisa aplicou um programa de exercícios convencional. Além das sessões de ginástica, aconteceram três palestras com dicas sobre atividades físicas e saúde. “Como não havia foco na promoção de saú...

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