Hemocentro Anápolis, Goiás

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Marco Aurelio Borges Barbosa
(62) 3311-9900
Av. Visconde de Taunay 134
Anapolis, Goiás
Especialidade
Medicina de Urgência

Dados Divulgados por
Euclides Barboza de Oliveira
(62) 3241-0512
Rua R-12 número 47 - Setor Oeste Clínica Reparadora Humana - PRONTOFACE
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Wilza de Castro Rabelo Suanno
(62) 3241-8040
Av 136 960 - Esp Med Espaco Vital
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Lourenca de Oliveira F N Obeid
(62) 3229-0550
Av Doutor Ismerino Soares de Carvalho 1 - Hospital Cemep
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Juliana Ribeiro Rosa
(62) 8417-5519
Rua Dna Santinha 10 - Ap1702 Pirineus
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Mariella Saponara Vianna
(62) 3212-5207
R 9 - Horario Marcado
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
junior costa silva
(62) 9218-6826
rua 5 centro
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Preventiva e Social

Dados Divulgados por
Sergio Andrade de Carvalho
(62) 3223-7311
R 9 130 - Priori Diagnosticos
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Nestor Carvalho Furtado
(62) 3251-9060
Al Rosasdas 1223
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Mauricio Sergio Brasil Leite
(62) 3224-6683
R 9 a Sl 141 - Lab Biocito
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
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Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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