Hemocentro Cabo Frio, Rio de Janeiro

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Dorivaldo Rodrigues Carvalho
(21) 3399-3848
Av. Mem de Sá 152
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Beatriz Ohana
(21) 3353-4114
Avenida das Américas7935 SUNPLAZA bloco 1 sala 718 Barra da Tijuca
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Heleine Laudelina de Almeida
24871615
Av. das Américas 16355 (cob.02) Recreio
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Fabio Basilio Fernandes dos Santos
(21) 3501-3242
Rua Barçao de Itapagipe 169
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Arquimedes Lima
(22) 2665-1709
Rua Oscar Clark 151 - L 4
Araruama, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Gloria Regina Dacheux Mazzaroppi
255-6863
R. Alm. Tamandare 66 - 624
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Paulo Marcos Nunes Valiante
(21) 2234-1003
Rua Sergipe 14 - 2º Andar
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Antonio Abi Ramia
(21) 2189-9191
Rua Domingues de Sa 410 - Hospital
Niteroi, Rio de Janeiro
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Edson Bento Nascimento da Silva
(21) 2423-6079
Av. Nelson Cardoso 1149 - Sala 1519
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Gerson Carakushansky
(21) 2547-6838
Av. N. S. de Copacabana 500 - Conj. 611
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Especialidade
Genética Médica

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Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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