Hemocentro Caucaia, Ceará

Encontre hemocentro em Caucaia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Caesar Augustus B Fontes
3368-8995
Av Edson da Mota Correia 714
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Marilia Pereira Nogueira
3246-6477
R Coronel Alves Teixeira 1355
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jose Pedro Menezes Silva
3267-6625
R Tomas Rodrigues 60
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Glauceneide de Barros Figueiredo
3226-1896
R Barao do Rio Branco 1736
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria do Perpetuo S S da Cunha
3486-6165
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Alberto Rocha
3368-8999
Av Edson da Mota Correia 714
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Lucia Martins de Aragao
3244-2527
R Cel Juca 1367
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria de Fatima V de Azevedo
3226-4213
Av Santos Dumont 840
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Ana Francisca Moreira Martins
3279-8500
Av Oliveira Paiva- 1291
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Albertina T de C Linhares
3254-3721
Av Tristao Goncalves 733
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Hemocentro

Fornecido por: 

Pesquisa pioneira do Laboratório de Biologia Molecular do Centro de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp (Hemocentro) permitirá pela primeira vez mapear geneticamente os grupos sangüíneos da população brasileira e contribuirá para a constituição, a longo prazo, de um banco nacional de doadores de sangue. Semelhante a um censo demográfico, a identificação dos diferentes tipos de sangue por meio de avançadas técnicas de tipagem por DNA ajudará a desenvolver procedimentos mais seguros para transfusão, a cadastrar portadores de sangues raros e a prevenir doenças hemolíticas em recém-nascidos causadas por incompatibilidade sanguínea dos pais.

Coordenado pela bióloga e pesquisadora em imunohematologia Lilian Maria de Castilho, o trabalho envolve técnicas de genotipagem em que a caracterização dos diferentes tipos de sangue ocorre a partir da identificação do código genético das células sangüíneas. No sistema convencional de fenotipagem, rotineiramente empregado pelos hemocentros para identificar receptores e doadores, são utilizados procedimentos sorológicos de hemaglutinação que demonstram o produto do gene nas hemácias.

Esse método, contudo, apresenta limitações, explica a especialista: depende da disponibilidade de antisoros raros, o que, associada a outros fatores de ordem técnica, dificulta a sua utilização, tornando-o algumas vezes até mesmo inviável na rotina transfusional. Por exemplo, ainda é difícil fenotipar corretamente um paciente recentemente transfundido devido a presença de hemácias do doador na sua circulação.

"Entre os meios mais seguros para evitar as reações transfusionais em pacientes politransfundidos, como os portadores de talassemia e anemia falciforme, submetidos a transfusões constantes, os procedimentos de genotipagem molecular destacam-se como um valioso complemento dos testes de hemaglutinação e um poderoso método de auxílio no processo de identificação de anticorpos", afirma Lilian.

Técnicas

Por enquanto, a genotipagem no Hemocamp é realizada por meio de um procedimento manual denominado reação enzimática em cadeia da polimerase (PCR). A técnica amplifica as seqüências de DNA extraídas do sangue ou de secreções do paciente e informa a presença ou a ausência do gene que se deseja identificar.

O método já permitiu genotipar cerca de 500 doadores da região de Campinas cadastrados no serviço de hemoterapia da Unicamp, com a identificação de 15 genes alelos (genes de grupos sangüíneos herdados dos pais). Apesar da eficácia, a metodologia é bastante demorada e trabalhosa, observa a bióloga: a pesquisa de cada gene exige uma reação de PCR, em um processo que dura em média 8 horas.

Recentemente, o Hemocamp iniciou experimentos com uma técnica automatizada que possibilita identificar de forma mais rápida e completa um número aproximadamente três vezes e meia maior de genes.

Na técnica de microarray, ou tecnolo...

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Fonte do texto: Saúde em Movimento
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